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Se depender do presidente Luiz Inácio Lula da Silva as leis trabalhistas passarão a ser mais flexíveis. A idéia do governo é criar uma legislação específica para pequenas e micros empresas facilitando direitos adquiridos como 13 salário e férias. Desta forma, acredita o governo, muitas dessas empresas que vivem em situação irregular passariam a pagar os tributos hoje sonegados. Segundo Lula, sete dos seus ministros integram um grupo de trabalho que discute com os sindicatos um novo padrão de relacionamento. Embora não tenha explicitado publicamente quais seriam essas mudanças, o presidente deu uma dica ao lembrar que lutava por direitos iguais para trabalhadores de uma empresa de fundo de quintal e uma indústria automobilística com 40 mil empregados. "Há tratamentos diferenciados entre empresas em função do seu tamanho", afirmou. A proposta do governo foi imediatamente contestada. O presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho, Grijalbo Coutinho, presente ao evento, viu nessa afirmação a defesa do chamado Simples trabalhista - menos direitos para trabalhadores de empresas pequenas. "Nós nos opomos a isso. É a criação do empregado de terceira categoria", disse. Leia
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