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O governo do presidente Fernando Henrique Cardoso teve sua pior avaliação do ano na pesquisa Datafolha realizada ontem. Na série de levantamentos feita em 2002 pelo instituto, o de ontem registrou a nota mais baixa dada ao presidente e o maior percentual de entrevistados que consideram seu governo como ruim ou péssimo. Em relação à pesquisa anterior, feita nos dias 4 e 5 deste mês, a nota média do presidente caiu de 5,6 para 5 numa escala de 0 a 10. Em janeiro, essa nota era 5,4.Já o percentual de ruim/péssimo na avaliação ao governo subiu de 26% para 34% em julho -em janeiro, era de 29%. Por outro lado, o índice daqueles que consideram o governo bom ou ótimo caiu de 31% para 25% no mês. Assim como no levantamento anterior, publicado em 9 de junho, a maioria dos eleitores acha que o governo é regular. O percentual de entrevistados que fizeram essa opção foi de 39%, contra 40% da pesquisa anterior -variação que ocorre dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Leia
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O governo do presidente Fernando Henrique Cardoso teve sua pior avaliação do ano na pesquisa Datafolha realizada ontem. Na série de
levantamentos feita em 2002 pelo instituto, o de ontem registrou a nota
mais baixa dada ao presidente e o maior percentual de entrevistados que
consideram seu governo como ruim ou péssimo. Já o percentual de ruim/péssimo na avaliação ao governo subiu de 26% para 34% em julho -em janeiro, era de 29%. Por outro lado, o índice daqueles que consideram o governo bom ou ótimo caiu de 31% para 25% no mês. Assim como no levantamento anterior, publicado em 9 de junho, a maioria dos eleitores acha que o governo é regular. O percentual de entrevistados que fizeram essa opção foi de 39%, contra 40% da pesquisa anterior -variação que ocorre dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Esse é o resultado mais desfavorável a Fernando Henrique Cardoso desde a pesquisa realizada pelo Datafolha em 14 de dezembro do ano passado. Naquela ocasião, o índice de ruim/péssimo foi de 35% e o de ótimo/bom, de 24%. Depois disso, a avaliação do desempenho do presidente teve resultados mais favoráveis em seis levantamentos feitos pelo Datafolha. Os índices mais positivos estiveram sempre próximos dos 30% e os negativos nunca foram maiores que 29%. Em todos os levantamentos, a maioria dos eleitores manteve a avaliação regular. Os índices mais desfavoráveis a FHC na pesquisa de ontem ocorrem em proporções semelhantes entre homens e mulheres, dentre aqueles que têm o primeiro e o segundo graus e os que têm renda familiar de até cinco e de até 10 salários mínimos. Na divisão dos eleitores por idade, o conceito mais desvantajoso para o presidente é verificado entre os que têm acima de 60 anos: 39% de ruim/péssimo. O presidente continua com os mais elevados índices de ruim/ péssimo no Sudeste e no Nordeste do país (37% e 36%), da mesma forma que segue em boa situação no Sul e no Norte/Centro-Oeste (31% de bom/ótimo). O Datafolha detalhou a escolha dos que disseram que o governo de FHC é regular. O resultado: 55% disseram que seu desempenho é mais negativo que positivo e 38% afirmaram o contrário.
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