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Filas e muita confusão marcaram o primeiro dia do XXVI Intercom – Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, que terminou sábado na PUC Minas, em Belo Horizonte. Boa parte dos participantes - inclusive professores - ficou de fora das palestras, devido a falta de espaço. Dentro das salas, as pessoas se espremiam da melhor maneira possível para assistir às atividades. A situação desencadeou protestos por todo o campus da PUC. Um dos encontros mais concorridos foi a mesa-redonda Ética e Prática Jornalista, mediada pelo professor doutor José Marque de Melo (USP). John Downing, professor da Universidade do Texas e primeiro debatedor a falar, apresentou exemplos de movimentos sociais catalizados ou influenciados pelos meios alternativos de comunicação. Em seguida, o jornalista Ananias José de Freitas, professor da PUC-Minas, abordou as conflitos entre o comportamento da mídia e os princípios da ética no mundo contemporâneo. "O espaço da ética na praça jornalística é o espaço da falta. O jornalismo vem perdendo sua busca original: uma prática que visa jogar luzes na escuridão", declarou. A exigência
do diploma para profissionais de jornalismo não tardou a emergir
como pauta. Coube ao jornalista Ronaldo Martins, da Folha de Participam do Intercom profissionais, pesquisadores e estudantes dos três segmentos acadêmicos da Comunicação: Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade e Propaganda. Para conferir a programação completa, acesse www.intercom.org.br. (Cinthia Sento Sé – 08/09/03) |
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