|
||||||||||||
|
“Para lidar com educação corporativa dentro da empresa é preciso que se tenha em mente que a nova geração de profissionais é bem diferente da anterior”, afirmou Hugo Nisembaum, diretor da HN Learning Agency, durante a seminário “O visivel, o invisivel e o virtual na educação corporativa”, durante o congresso ConaRH. Partciparam do seminário Hugo Nisembaum e Filipe Miguel Cassapo, gerente de TI da Siemens. Ambos apresentaram formas diferenciadas de se alcançar o mesmo objetivo, ou seja, a implementação de políticas eficientes de educação corporativa. Segundo Filipe, o jovens profissionais, com idade em torno de 25 anos recebem uma carga muito alta de informações. “Em média, o profissional recebe cerca de 171 e-mails por dia. Temos que aprender as novas linguagens para nos relacionarmos com os novos profissionais", contou. O diretor afirma que a nova geração é rápida, tem a capacidade de realizar diversas tarefas ao mesmo tempo, enquanto a geração analógica trabalha etapa por etapa. Além disso, os novos profissionais tendem a se divertir mais com seu trabalho e estão sempre conectados. "Hoje em dia vejo meus funcionários trabalhando, ouvindo música, conversando e falando no ICQ. Depois me apresentam um trabalho brilhante", diz. Os palestrantes descreveram também as atividades realizadas pelas empresas em que atuam. Cassapo falou sobre os programas realizados pela Siemens. "Nosso objetivo é gerenciar e colocar em rede nosso conhecimento interno de forma a nos tornar mais eficientes" Para isso, ele criou uma rede onde há fóruns e grupos de discussão em que participam profissionais da Siemens de diversas regiões. Há também chats usados como ferramentas de negócios e cursos online, que, segundo ele, evoluem de acordo com o perfil dos participantes. Hugo falou sobre um trabalho realizado pela Universidade Corporativa para a marca de tubos e conexões Tigre. O programa atendeu funcionários, e sim pessoas em geral que tem algum contato com a marca (pedreiros, funcionários de construtoras e balconistas de depósitos de material de construção). Os profissionais recebem um curso onde aprendem técnicas para que possam melhor utilizar e recomendar os produtos. "Assim, garantimos inclusive que os produtos cheguem até o consumidor com a qualidade preservada", diz. (Cássia Gisele Ribeiro – 13/08/03) |
|
||||||||||