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Os modismos que compõem as novas práticas de administração podem acabar por desvirtuar seu uso. Desde a década de 90, muito se fala sobre agilidade, participação, descentralização, sinergia, horizontalização, etc, nas empresas. Mas como aplicar adequadamente esses conceitos para obter resultados positivos? Para José Luiz Santana, da Fundação Dom Cabral (MG), uma das grandes falhas nas novas tecnologias de gestão aplicadas atualmente acontece porque “o futuro não é trazido para o presente”. “Os projetos de planejamento atuais são quase perfeitos, mas 90% pecam na sua implementação”, afirma. Durante palestra no último dia do Conarh 2003, Santana “alertou” aos participantes do congresso que as empresas precisam aprender a se organizar para obter resultados. “Indicadores de eficiência precisam de patamares de referência para se basearem”, disse. “Antes de mais nada, é preciso ter claro que o sistema interno de gestão de pessoas dentro de uma empresa precisa ser liderado por empreendedores, e não apenas profissionais”. Segundo Santana, indicadores de eficiência só funcionam em uma empresa se houver uma política de gestão de competências claras. “Pessoas são competências. Para sobreviver e crescer, é preciso ter uma lista das competências necessárias para garantir sucesso, assim como também é preciso conhecer quais as competências desnecessárias existentes dentro da organização”, disse. (Bianca Justiniano – 15/08/03) |
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