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Para Barbara, responsável por feiras mundiais de educação como a ISEF, o Brasil, assim como outros países em desenvolvimento com uma crescente população jovem, tende a utilizar cada vez mais a tecnologia como ferramenta de apoio à construção do conhecimento. "Os jovens aprendem fácil e os professores que não estão adaptados aos micros têm que correr atrás do tempo, pois os próprios governos estão investindo muito nisso", acredita. Na construção coletiva do conhecimento (inteligência coletiva), teoria do pesquisador Pierre Levy e grande desafio para educação atual, o trabalho conjunto entre estudantes de diferentes países torna-se fundamental para Barbara. "Ao viajar muito percebo cada vez mais que o interesse dos jovens de todo o mundo é o mesmo. O que muda é a possibilidade de compartilhamento de informações e nisso a tecnologia pode ajudar muito a aumentar as possibilidades de trabalho", conclui. (Alexandre Sayad
- 14/05/03) |
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