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As ações sociais brasileiras estão atrás de formas de crescer e se espalhar. É o que indica o Seminário Internacional Avaliação, Sistematização e Disseminação de Projetos Sociais, organizado pela Fundação Abrinq, durante os dias 17, 18 e 19 de setembro de 2002, no hotel Blue Tree Towers Morumbi, em São Paulo. O número de interessados em participar do evento superou consideravelmente as estimativas dos organizadores. Segundo o diretor-presidente da Fundação Abrinq, Helio Mattar, a previsão era de que o público ficasse em torno de 250 pessoas. Mas foram mais de 700 pedidos de inscrição, dos quais 400 puderam ser atendidos. Esse público, composto em geral por educadores, coordenadores e dirigentes de ONGs, órgãos públicos, universidades, empresas e fundações, busca ferramentas para registrar suas ações sociais, avaliá-las e aumentar a escala de seu impacto. Para a educadora Alda Beraldo, da Cidade Escola Aprendiz, é preciso aproveitar a possibilidade de troca de experiências entre palestrantes, debatedores e público. Um pequeno relato da sistematização do programa desenvolvido por Alda, chamado Expressões Digitais, está no catálogo "Experiências e Aprendizagens", distribuído aos participantes do evento. "O seminário permite analisar como as práticas sociais ganham amplitude e sentido quando refletimos sobre elas", disse a superintendente da Fundação Abrinq, Ana Maria Wilheim, na abertura do evento. A instituição também pretende publicar as discussões dos três dias de encontro em um livro. (Cristina Mori - 18/09/02)
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