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Gestão democráticas das cidade, políticas fiscais, desenvolvimento econômico acompanhado por significativos investimentos sociais, resgate cultural e histórico e, porque não dizer, o direito à cidade. Todos esses temas serão discutidos durante os quatro dias de atividades do Urbis 2003, a segunda edição da Feira e Congresso Internacional de Cidades, realizado entre os dias 22 a 25 de julho, no Anhembi, São Paulo. O Congresso reúne mais de 1.600 urbanistas, prefeitos, e representantes de municípios de países do mundo inteiro. "É um evento inédito porque se preocupa em mostrar como a teoria pode ser aplicada. E é um orgulho ver como cresceu em relação à primeira edição", afima Kjeld Jakobsen, secretário municipal de Relações Internacionais de São Paulo e coordenador do evento. A feira, que acontecerá como evento paralelo ao congresso, atraiu mais de 80 cidades do país e do exterior. Todas elas apresentando seus projetos urbanos sociais mais bem-sucedidos. Até fornecedores terão espaços para oferecer seus produtos e serviços às prefeituras. Durante o lançamento nacional da Urbis 2003, no dia 20 de maio em Brasília, o ministro das Cidades, Olívio Dutra, disse a todos que o Urbis 2002 antecipou a criação do ministério. Assegurou que "a primeira edição da Urbis inspirou e estimulou o então candidato à Presidência da República, o companheiro Lula". Hoje, o Ministério das Cidades coordena o processo de reorganização, construção solidária e humanização dos espaços urbanos. Em nota enviada à
imprensa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reconheceu os
benefícios de eventos como o Urbis e salientou a importância
da discussão sobre os temas propostos pela Feira. "É
fundamental trabalharmos para garantir o desenvolvimento planejado de
nossas cidades. É nas cidades que encontramos, com mais facilidade,
soluções para nossos problemas", argumenta na carta.
(Rodrigo Zavala - 22/07/2003) |
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