|
|||||||||||||||||||||||||
| Boas soluções para cocô e chiclete Na minha primeiríssima
coluna, comentei sobre a limpeza das calçadas Li há pouco tempo um artigo que metia bronca nos donos de cachorro que não recolhem as fezes de seus leais companheiros. A autora, Jane Freeman, reclamava dos anti-cidadãos, desde aqueles que soltam seus cães, fingindo não saber que eles estão espalhando sujeira por aí, até os bem folgados, que te encaram olho no olho enquanto seguram a coleira do cachorrinho que deposita seu cocô na grama, só esperando alguém que pise. Jane agradece o conselho de sua cidade (Manly, Grande Sydney) que aparou o pé de diversas árvores e colocou caixas especiais para cocô de cachorro no lugar. Talvez por isso eu tenha visto bem menos sujeira nas calçadas daqui do que em São Paulo - e os australianos continuam reclamando, com seus parâmetros de país "desenvolvido". Mas sou alvo de uma segunda aporrinhação: chicletes abandonados. Eles estão no chão, no transporte público, nas correntes que servem de apoio para escalar pedras - um inferno! Uma solução divertida (e, digamos, porca) para este outro pequeno grande problema está em Canberra, capital da Austrália. No antes pouco popular Garema Place, foi instalado um quadro do tamanho de uma porta, com os dizeres: "Quadro para chicletes usados". Qualquer um pode ir lá e WHACK! -grudar sua gominha mascada na parede. O mais engraçado é que as pessoas estão realmente usando o quadro, que fica parecendo uma parede de escalada em miniatura, ou um parque de diversões para formigas, com bolotas coloridas compondo o "mosaico". O quadro de chicletes virou atração turística da cidade e acabou revitalizando sua região. É mole?! |
|
|||||||||||||||||||||||