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Na terça-feira (30/4), a nova secretária-executiva do ministério da Educação, Maria Helena Guimarães, afirmou que os R$ 6,5 mil cobrados pelo governo das universidades privadas servirão para cobrir os gastos das avaliações feitas nas 39 universidades federais. Leia mais
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) está empenhado contra a homologação, pelo ministro da Educação, do parecer que na prática desregulamenta os cursos jurídicos do Brasil. Leia mais
A nova secretária-executiva do ministério da Educação, Maria Helena Guimarães, afirmou na terça-feira (30/4) que os R$ 6,5 mil cobrados pelo governo das universidades privadas para avaliar o corpo docente, as instalações e o projeto pedagógico de seus cursos servirão para cobrir os gastos das avaliações feitas nas 39 universidades federais. "O valor de R$ 6,5 mil por curso (avaliado) foi calculado com base no fato de que as universidades públicas não pagam", afirmou a secretária-executiva. Maria Helena acrescentou que o valor pago pelas universidades servirá "primordialmente" para cobrir as despesas de capacitar e transportar os avaliadores, recrutados entre os docentes das melhores universidades brasileiras. "Isso não é justo?", indagou Maria Helena. Organizados em grupos de duas a cinco pessoas, os avaliadores devem começar a avaliação em agosto, quando vão analisar 1,2 mil cursos de seis áreas. Ao saber da notícia, representantes da Associação Brasileira de Universidades Comunitárias (Abruc), entidade que reúne as instituições de ensino superior católicas e metodista, afirmaram estar "surpresos" com a cobrança. (Agência PontoEdu - 02/05/02)
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) está empenhado contra a homologação, pelo ministro da Educação, do parecer CES/CNE 0146/2002, que na prática desregumentaos cursos jurídicos do Brasil. O parecer, editado pelo Conselho Naciona de Educação (CNE), vai contra a portaria do MEC nº 1886/94, que criou uma série de obrigações para as faculdades de direito. A OAB já encaminhou uma carta ao ministro para que ele não efetive o paracer. Para o presidente da Comissão do Ensino Jurídico da OAB, Paulo Roberto de Gouvêa Medina, o parecer representa um retrocesso. Entre as novidades que apresenta está a desobrigação da monografia de final de curso, a regocação do tempo mínimo do curso jurídico, que hoje é de cinco anos, a falta de referências às matérias profissionalizantes, o que pode gerar cursos de graduação específicos, e a desobrigação dos cursos em possuir uma biblioteca com acervos de no mínimo 10 mil volumes. Medina acredita que o parecer vai na contramão do trabalho que a Ordem tem feito e do próprio anseio da sociedade por elevar a qualidade do ensino jurídico. "Se homologadas pelo ministro, as medidas deverão diminuir a qualidade do ensino jurídico, que está baixa", diz. (Valor - 02/05/02)
A discussão sobre a política de cotas nas universidades para negros, realizado hoje na arena de debates montada no estande das editoras universitárias, transpôs para a Bienal do Livro um tema que tem gerado muita polêmica: esta política acirra o preconceito contra os negros ou ajuda a reparar uma dívida da sociedade brasileira com relação a esta população? (Folha Online - 01/05/02)
Os mais de 380 mil estudantes de Ensino Superior que concluem este ano sua graduação, em cerca de 4,7 mil cursos, inscritos no Exame Nacional de Cursos, o Provão/2002 do MEC, começam a receber esta semana uma publicação especial. O Informativo contém detalhes sobre a avaliação que será realizada no dia 9 de junho. No documento, o aluno vai encontrar as competências e habilidades que serão avaliadas, os conteúdos e objetivos da prova, a agenda com o que acontece até a divulgação dos resultados e os procedimentos a serem tomados para não perder o exame. Para cada uma das 24 áreas avaliadas este ano (tabela), foi produzido um material exclusivo. A publicação, feita pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC), também enfatiza a importância das respostas dos formandos ao questionário-pesquisa e mostra como coordenadores de cursos, professores e alunos podem opinar sobre o exame. (Baguete - 02/05/02) |
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