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Projeto de reserva de vagas nas universidades estaduais pode ser implantado também em São Paulo. O deputado estadual Cândido Vacarezza (PT), empossado ontem (03/01), deverá apresentar o projeto em fevereiro, seguindo o exemplo do Rio de Janeiro que deverá iniciar a reserva em 2002. Leia mais.
Programa de formação para profissionais de e-business, desenvolvido pela Progress Software, será implantado na Universidade do Estado de Santa Catarina e a Univille. Até o final de 2001 o programa deverá atender 10 universidades e 3 mil alunos. Leia mais.
Metade das vagas da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp) para alunos das escolas públicas. É isso o que o deputado estadual Cândido Vacarezza (PT) quer. Empossado ontem (03/01) - era suplente - , garante que a Educação será sua prioridade: "Quero democratizar o acesso à universidade e dar oportunidade a todos." O projeto da reserva de vagas deverá ser apresentado em fevereiro. "Não sei qual a proporção de alunos da rede pública que está nas universidades paulistas, mas quero que 50% das vagas de todos os cursos sejam para eles." Vacarezza diz que, para concorrer à cota, será preciso ter estudado todo o ensino médio na rede. "Se o candidato fizer o ensino fundamental em colégio particular, não tem problema. Acho até que se as classes média e média alta forem para a escola gratuita ajudarão a pressionar a melhoria do ensino. O governo só faz as coisas direito quando estas classes precisam." O supervisor da Fuvest, José Coelho Sobrinho, discorda: "Como professor, acho que fazer o resgate social não é oferecer um espaço para esses estudantes, mas dar a chance para que concorram com igualdade." Ele lembra que a participação dos estudantes da rede pública vêm diminuindo na USP. "Em 90, 42% dos candidatos vinham do sistema. Em 2000, a taxa caiu para 31,7%." Esta redução, diz, pode estar relacionada à queda da qualidade do ensino. "Os alunos acham que não terão chance e se auto-excluem." O número de alunos de colégios gratuitos que entram na USP também é cada vez menor: em 90, eram 27% do total e, no ano passado, 19,2%. "E a maioria dos que passam está nos cursos menos concorridos." Para Coelho, só há uma solução: um ensino médio melhor. "Se a reserva de vagas estivesse valendo, a USP teria 3.700 vagas para alunos da rede pública. Isso representa só 1% dos formandos no ensino médio gratuito do Estado. Os outros 99% continuariam discriminados e, sem a melhoria da Educação, ainda estariam em desvantagem." Outro problema das cotas, diz, seria a disparidade: "Talvez fosse preciso criar cursos de apoio para que os estudantes das escolas públicas acompanhassem os das particulares e, mais uma vez, isso poderia causar discriminação." Já o diretor de Comunicação da União Estadual dos Estudantes, Wenderson Gasparotto, não acha que o problema possa ocorrer. "O que precisaremos é de garantias de que os alunos poderão se manter na universidade." Ele explica que a entidade é a favor das cotas, mas diz que o projeto precisa de apoios. "Precisamos, por exemplo, ter cursos noturnos, vagas em todas as carreiras, auxílio moradia e alimentação e suporte para quem não poderá trabalhar por causa das aulas integrais. Sem isso, a permanência não ocorrerá." Vacarezza concorda que sua proposta é polêmica e está propondo um debate sobre o assunto ao seu partido. "Sei que tem gente do próprio PT que é contra a reserva de vagas." Na semana que vem, diz, enviará uma carta para o presidente estadual do partido para iniciar a discussão. O deputado já teve atritos com seu partido no passado. Vacarezza foi funcionário da presidência da Câmara dos Vereadores na gestão do vereador João Brasil Vita (1996) e recebia mais de R$ 1.000 por mês. Mas não comparecia ao trabalho. Desligou-se por pressão do seu partido. (O Estado de S. Paulo)
A Universidade do Estado de Santa Catarina e a Univille (Universidade da Região de Joinville - SC) são as primeiras instituições de ensino a participarem do Programa Universitário da Progress Software. A parceria tem finalidade de formar novos profissionais especializados em desenvolvimento de aplicações de e-business. O Programa Universitário da Progress Software foi lançado em novembro e até o final de 2001 a expectativa é que seja ampliado para pelo menos 10 universidades e 3 mil estudantes que trabalham com alta tecnologia. A Progress Software Corporation é fornecedora de soluções para o desenvolvimento, implementação e gerenciamento de aplicativos Web. (As informações são do jornal online Canal Web.)
A partir de fevereiro, os estudantes de universidades particulares que não
têm condições de arcar com as mensalidades poderão
se inscrever para mais uma seleção do Programa de Financiamento
Estudantil (Fies), do Ministério da Educação. Este ano, serão
abertas 50 mil novas vagas para o programa que já financiou, em 1999 e
2000, mais de 124 mil alunos. Em janeiro, as universidades e faculdades brasileiras
devem entrar em contato com o MEC para aderir ao plano. (Correio Brasiliense)
Quem pode se inscrever Cursos financiados Inscrições Critérios Exigências Obrigações (Correio Brasiliense) |
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