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O MEC (Ministério da Educação) prorrogou até o dia 3 de outubro o prazo para renovação dos contratos dos estudantes beneficiados com o programa de Financiamento Estudantil (Fies). Leia mais:
O ex-ministro da Educação Paulo Renato Souza encaminhou ontem (04/09) ao MEC (Ministério da Educação) duas indicações de representantes para compor a comissão encarregada de propor mudanças no atual sistema de avaliação do ensino superior. Leia mais:
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O Ministério da Educação prorrogou para o dia 3 de outubro o prazo para renovação dos contratos dos estudantes beneficiados com o programa de Financiamento Estudantil (Fies). A renovação deve ser feita na Comissão de Seleção e Acompanhamento da faculdade onde o aluno estuda. (Último Segundo – 04/09/03)
O ex-ministro Paulo Renato Souza encaminhou ontem ao MEC (Ministério da Educação) duas indicações de representantes para compor a comissão encarregada de propor mudanças no atual sistema de avaliação do ensino superior. A comissão apresentou nesta semana uma proposta que acaba com o provão. O novo sistema não teria, por exemplo, uma escala de notas para as universidades. O atual ocupante da pasta, Cristovam Buarque, havia convidado o próprio Paulo Renato para fazer parte do grupo que discutirá as mudanças. As indicadas são Maria Helena Guimarães de Castro e Eunice Ribeiro Durham. A primeira ocupou a presidência do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, órgão que faz a avaliação do ensino superior) e da Secretaria de Ensino Superior do MEC na gestão Fernando Henrique Cardoso. Eunice Durham foi, também na gestão passada, secretária de Política Educacional do ministério. Ela criticou nesta semana as propostas, alegando que são um retrocesso no sistema de avaliação. "Para esse tema, elas possuem competência técnica melhor do que a minha e poderão contribuir com mais qualidade para o debate", afirmou Paulo Renato. A nova proposta da avaliação do ensino superior não agradou ao ex-ministro. Para ele, um dos pontos que prejudicarão o sistema é a análise por amostragem de alunos. No sistema do provão, todos são submetidos à avaliação. "O ministério não possui uma lista dos estudantes matriculados nos cursos. Isso significa que a própria universidade poderá selecionar os estudantes que serão avaliados. Além disso, o aluno perde a responsabilidade de fazer a prova." (O Estado de S. Paulo – 05/09/03)
Um acordo fechado ontem pelo ministro da Educação, Cristovam Buarque, com a Fasubra (Federação dos Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras) e com o Sinasefe (Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica e Profissional) encerrou a greve dos servidores das universidades federais, iniciada em 8 de julho. (Folha Online – 04/09/03)
A lei que institui o sistema de cotas nas universidades públicas estaduais foi sancionada nesta quinta-feira pela governadora Rosinha Matheus. A mensagem da governadora enviada à Assembléia Legislativa do Rio (Alerj) foi aprovada no último dia 14. A diferença principal entre a lei sancionada e a que estava em vigor é a adoção do critério de carência. Alunos negros, vindos da rede pública ou portadores de deficiências, serão beneficiados pelo novo sistema se ficar comprovado que são carentes. Por determinação da governadora, a nova lei estipula que 45% das vagas serão reservadas para alunos carentes, distribuídos da seguinte forma: 20% para estudantes oriundos da rede pública (aqueles que tenham cursado os ensinos fundamental e médio na rede pública), 20% para negros e 5% para pessoas com deficiências e integrantes de minorias étnicas. As universidades serão responsáveis por fixar os critérios que definem o candidato como estudante carente e decidir como será comprovada essa condição. Também caberá às instituições de ensino criar mecanismos de combate às fraudes. A lei será publicada no Diário Oficial desta sexta-feira. (O Globo – 05/09/03) |
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