|
|||||||||||||||
|
A prefeitura de São Paulo vai criar uma universidade e a ligar Guarulhos ao ABC por um corredor viário. O campus da Universidade de São Paulo (USP) também já está em construção. Leia mais:
A comissão especial que vai apresentar propostas, subsídios e critérios para reformular o sistema de avaliação da Educação Superior, se reunirá nos próximos dias em Brasília para discutir os novos critérios de avaliação do ensino superior. Leia mais:
Uma semana depois de ser recebida com vaia e ter levado uma chuva de bolinhas de papel em Cidade Tiradentes, na zona leste, a prefeita Marta Suplicy (PT) anunciou ontem, por meio de sua Assessoria Técnica, um plano audacioso para a região, com investimento de R$ 700 milhões. O projeto inclui uma universidade e a ligação de Guarulhos, passando pela zona leste, ao ABC, por um corredor viário. Um câmpus da Universidade de São Paulo (USP) também já está em construção, segundo o governador Geraldo Alckmin. O Plano de Desenvolvimento Econômico e Social, anunciado ontem pela prefeita numa reunião a portas fechadas com representantes do governo federal e das prefeituras da região metropolitana, ainda é só um projeto. Apesar de não ter definido exatamente a área da nova universidade nem os cursos que irá oferecer, o coordenador de assessoria técnica da Prefeitura, Branislav Kontic, responsável pelo plano, anunciou que a instituição não será uma universidade federal ou municipal no "sentido clássico", mas terá um "arranjo inovador". "A idéia é privilegiar o acesso do público local à faculdade, como no sistema criado pelo (ministro da Educação) Cristovam Buarque na Universidade de Brasília", disse, sem adiantar como seria viável a execução do projeto. Pelo Programa de Avaliação Seriada (PAS), criado e executado por Cristovam, então governador do Distrito Federal, em 1996, a seleção dos estudantes começa no primeiro ano do ensino médio e se estende até o terceiro ano. Sem definir sequer o tamanho da área, Kontic disse que a universidade vai funcionar "de forma mista", num convênio entre governos municipal e federal e as instalações serão construídas na Área de Proteção Ambiental do Carmo. "A instituição vai privilegiar egressos do ensino público." Não muito longe dali, no Parque Tietê, também na zona leste, o governo do Estado lançou em março a pedra fundamental do novo câmpus da USP. A obra, orçada em R$ 40 milhões, deve ser entregue até o primeiro semestre de 2004. Com isso, a imagem do PSDB vem crescendo na região, considerado bom reduto eleitoral petista. O presidente do partido, Edson Aparecido, defende há tempos uma atuação mais forte do partido na zona leste. Prova disso, foi a distribuição em março de informativos com as obras do PSDB em São Paulo nas estações de Metrô da zona leste. O contra-ataque da prefeita a uma ofensiva tucana na região atinge em cheio seus principais eleitores com as obras que mais dão resultado nas urnas. Junto com a criação da universidade, o Plano de Desenvolvimento da Zona Leste aborda ainda outros itens considerados de máxima importância para a região: emprego e transportes. Com a proposta de "reconstruir" a zona leste, a Prefeitura deve iniciar um consórcio com as prefeituras do ABC para atrair investimentos e criar empregos. "Temos um projeto viário que parte da região da Dutra, em Guarulhos, passa por Cumbica e chega à Avenida Jacu-Pêssego e termina em São Mateus", explicou Kontic. A idéia é interligar a via até Mauá. Com a obra, haveria uma ligação do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, ao Porto de Santos. As Assessorias de Imprensa das prefeituras de Guarulhos e Mauá, ambas petistas, informaram que as bases do convênio estão sendo estudadas. (O Estado de S. Paulo - 06/05/03)
A comissão
especial que vai apresentar propostas, subsídios e critérios
para reformular o sistema de avaliação da Educação
Superior, se reúne em Brasília, dias 13 e 14 próximos.
A comissão é formada em sua maioria por representantes das
universidades públicas e privadas de várias partes do País. (Último Segundo - 06/05/03)
O Curso Superior de Gestão Executiva em Gastronomia da UniFMU recebeu o reconhecimento do Ministério da Educação. Os especialistas da Secretaria de Ensino Superior (SESU) do MEC avaliaram o currículo, instalações e docentes da instituição e deram o reconhecimento pelo período de cinco anos. Este é o prazo máximo de reconhecimento que o órgão confere às faculdades. (Último Segundo - 05/06/03) |
|
|||||||||||||