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A greve das universidades estaduais do Paraná completa hoje 144 dias e não há previsão para o fim do impasse. A paralisação parou os campi da UEL (Universidade Estadual de Londrina), da UEM (Universidade Estadual de Maringá) e da Unioeste (Universidade do Oeste do Paraná), em Cascavel. Leia mais
A UNE (União Nacional dos Estudantes) promove entre os dias 15 e 21 deste mês uma "calourada", evento de boas-vindas para os novos estudantes universitários. A festa reunirá shows musicais com mensagens de paz. Leia mais
Uma greve em três das seis universidades estaduais do Paraná completa hoje 144 dias e não há previsão do fim do impasse nas negociações. A paralisação afeta cerca de 35 mil alunos desde setembro do ano passado. A greve parou os campi da UEL (Universidade Estadual de Londrina), da UEM (Universidade Estadual de Maringá) e da Unioeste (Universidade do Oeste do Paraná), em Cascavel. A greve inviabilizou os vestibulares da UEL e da UEM, impediu a formatura de cerca de 4.000 alunos e comprometeu o atendimento médico nos hospitais universitários e de clínicas de Londrina e Maringá. O Hospital de Clínicas da UEL responde por 2.000 consultas diárias aos carentes. Professores e funcionários reivindicam reposição salarial de 30%. O aumento, segundo o secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Ramiro Wahrhaftig, estoura o comprometimento da arrecadação com gastos com pessoal. "E o governo incorreria nas penas da Lei de Responsabilidade Fiscal." Um professor iniciante ganha R$ 800. Os 1.063 doutores -do quadro de 4.981 professores do sistema universitário- recebem cerca de R$ 3.800 ao mês. O ensino gratuito a 57,2 mil alunos das seis instituições terá orçamento de R$ 352 milhões este ano. Em 2001, ficou em torno de R$ 300 milhões. (Folha de S. Paulo)
A UNE (União Nacional dos Estudantes) promove entre os dias 15 e 21 deste mês uma "calourada", evento de boas-vindas para os novos estudantes universitários que reunirá shows musicais com mensagens de paz. "De nada adianta correr atrás de um bom emprego, um bom salário, dinheiro para comprar um carro blindado e viver amedrontado. Queremos um país mais seguro e menos violento, com justiça social e oportunidades de trabalho e estudo para todos", afirma o presidente da UNE, Felipe Maia, ao anunciar a intenção da entidade de reeditar o movimento Sou da Paz. A idéia é que outras entidades estudantis façam calouradas semelhantes nos estados, abordando o tema em debate, shows e eventos destinados aos calouros. Alguns shows que vão ocorrer são de Arnaldo Antunes (dia 17, às 19h), Língua de Trapo (dia 19, às 21h) e Parlapatões (dia 20, às 22h). Os ingressos para o Show da Paz custam R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia, mediante apresentação da carteira da UNE ou da Ubes). Os ingressos estarão à venda na bilheteria do Sesc Pompéia (Rua Clélia, 93 - tel: 0800-118220) ou na sede da UNE (Rua Vergueiro, 2485 - Vila Mariana - próximo à estação Ana Rosa do metrô). (Folha OnLine) |
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