|
|||||||||||||||
|
A Universidade de São Paulo (USP) fez um censo étnico racial de seus 38.930 alunos. Segundo o levantamento, 1,3% dos alunos da graduação são negros, 8,34% são pardos, 9,84% se definiram amarelos, 0,48% se disseram indígenas e 79,54% se declararam brancos. Leia mais:
Foi aprovado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat) a obra de restauro do prédio da Faculdade de Direito da USP do Largo São Francisco, recentemente integrado ao patrimônio cultural paulista. Leia mais:
Pela primeira vez em sua história, a Universidade de São Paulo (USP) fez um censo étnico racial de seus 38.930 alunos. Segundo o levantamento, 1,3% dos alunos da graduação são negros, 8,34% são pardos, 9,84% se definiram amarelos, 0,48% se disseram indígenas e 79,54% se declararam brancos. O censo servirá para que a universidade crie políticas s voltadas para alunos de baixa renda, principalmente os negros. O trabalho foi idealizado pela Comissão de Políticas Públicas para a População Negra (CPPN), e realizado durante o período de matrícula do segundo semestre de 2001. A pesquisa consistia em um questionário sócio-econômico que foi respondido por 13.925 alunos, o que representa 37% dos estudantes da universidade. A USP comparou o percentual de negros com a proporção dessa população no estado. Enquanto os negros correspondem a 34,3% da população paulista, na USP os afro-descendentes (soma dos negros e pardos) são 9,64% dos alunos. "O número de negros na universidade é muito baixo", analisou João Baptista Borges Pereira, presidente da comissão. Na Universidade de Brasília, por exemplo, alunos negros correspondem a 32,3% dos matriculados, sendo que 52,4% da população do Distrito Federal é negra. Pereira acredita que a má qualidade de ensino público seja o obstáculo que impede os estudantes negros de ingressarem na universidade. (Diário de S. Paulo - 07/03/03)
A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e a Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) foram as primeiras do país a adotarem o sistema de cotas para negros e afro-descendentes. O sistema de cotas foi criado por uma lei sancionada em 2001, mas só entrou em vigor este ano e reserva 40% das vagas para negros e pardos e 50% para alunos que estudaram a vida inteira em escola pública. Candidatos que não passaram no vestibular e se sentiram lesados pelo sistema entraram com ações judiciais. Até agora, há 96 processos na Justiça e 12 estudantes já ganharam liminares concedendo o direito à matrícula. Em São Paulo, a USP descarta a possibilidade de adotar o sistema. (Diário de S. Paulo - 07/03/03)
O Conselho de Defesa
do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico
e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat) aprovou
obra de restauro do prédio da Faculdade de Direito da USP do Largo
São Francisco, recentemente integrado ao patrimônio cultural
paulista. (Último Segundo - 06/03/03)
O desembargador José Carlos Murta Ribeiro, do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio, concedeu liminar suspendendo o efeito da Lei 3.524, que reserva metade das vagas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) para quem estudou a vida toda em escolas públicas. Além das duas universidades, a governadora Rosinha Matheus e a Assembléia Legislativa serão notificadas e poderão recorrer. A liminar é uma resposta ao pedido de representação por inconstitucionalidade enviado ao tribunal pelo deputado estadual Flávio Bolsonaro (PTB), que também contesta a Lei 3.708, que reserva 40% das vagas para quem se declara negro ou pardo no vestibular da Uerj e da Uenf. Mas este pedido de representação ainda não foi analisado. De acordo com o despacho do desembargador sobre a lei que cria cotas para alunos da rede pública, a liminar é referente ao próximo vestibular. O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Fernando Peregrino, disse que a governadora vai aguardar a notificação para falar sobre o assunto: Vamos prestar os esclarecimentos e tenho certeza de que a Justiça vai entender que a lei de reserva de vagas é uma ação afirmativa importante. O coordenador da ONG Educafro, que promove pré-vestibulares para estudantes negros e carentes, frei David Raimundo dos Santos, disse que a instituição já estuda entrar na Justiça em parceria com estudantes da rede pública. Domingo a Educafro vai realizar uma reunião às 14h, no salão da Igreja de Santana, no Centro do Rio, para falar sobre a importância das leis de reserva de vagas. (O Globo - 07/03/03)
Foi aprovado um convênio de cooperação internacional entre o Programa de Doutorado Integrado em Zootecnia da Universidade Fedral Rural de Pernambuco (UFRPE) e a Universidade de Córdoba, na Espanha. O convênio abrange recursos de mais de US$ 90 mil dólares e tem como objetivo formar recursos humanos na área de conservação de recursos genéticos de caprinos. O projeto contempla bolsas para doutorado e financia missões de trabalho do Brasil para Espanha e vice-versa. Para a professora Maria Norma Ribeiro, do Departamento de Zootecnia da UFRPE, o projeto dará um grande impulso ao Programa de Doutorado em Zootecnia da Universidade, pois permitirá a consolidação da área de conservação de recursos genéticos. Como parte da iniciativa, a professora esteve recentemente na Espanha finalizando contatos e participando de um curso de conservação de recursos genéticos, com carga horária total de 210 horas. (Agência PontoEdu - 07/03/03) |
|
|||||||||||||