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A reserva de 50% das vagas de universidades estaduais do Rio de Janeiro para estudantes da rede pública só será adotada em 2003. Os candidatos deverão ser submetidos a testes ao longo do ensino médio e obter um coeficiente mínimo de aproveitamento. A medida visa garantir a qualidade do ingressante e dos cursos. Leia mais
A Universidade Estadual Paulista (Unesp) poderá abrir um câmpus em Sorocaba. A proposta ainda precisa passar pela aprovação do Conselho Universitário da instituição, que deverá discutir o assunto em uma reunião programada para o fim deste mês. Leia mais
A reserva de 50% das vagas de universidades estaduais para estudantes da rede pública só valerá para o candidato que se submeteu a testes ao longo do ensino médio. A medida visa garantir a qualidade do ingressante e está prevista na regulamentação da lei que trata da reserva de vagas na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e na Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf). O documento prevê ainda que a reserva seja adotada apenas em 2003. Os estudantes serão submetidos a quatro provas durante o ensino médio (duas no último ano). "Somente alunos que obtiverem um coeficiente mínimo de aproveitamento terão direito à reserva", afirmou o secretário de Estado de Ciência e Tecnologia, Wanderley de Souza. Ele informou que será instituída uma comissão de representantes das secretarias de Ciência e Tecnologia e da Educação e do movimento estudantil para acompanhar a aplicação das provas. De acordo com Souza, não seria possível instituir o sistema de reserva para o vestibular deste ano porque as universidades já iniciaram seus processos de seleção. A minuta que vai regulamentar a lei será encaminhada hoje para o governador Anthony Garotinho. (O estado de S. Paulo)
A Universidade Estadual Paulista (Unesp) poderá abrir um câmpus em Sorocaba. A proposta ainda precisa passar pela aprovação do Conselho Universitário da instituição, que deverá discutir o assunto em uma reunião programada para o fim deste mês. A idéia da nova unidade surgiu a partir de uma série de discussões entre dirigentes da Unesp e políticos, que querem que a universidade se instale na região de Sorocaba - onde não existe nenhuma universidade estadual. Para tirar a idéia do papel, diversos prefeitos estão se unindo em um consórcio que contribuirá com recursos. Na próxima segunda-feira, haverá uma reunião em Sorocaba em que os prefeitos da região discutirão com quanto cada um pode contribuir. Na prática, será formada uma parceria entre a Unesp e as prefeituras - a exemplo do que já vem ocorrendo em outras partes do Estado. As parcerias tornaram possível a abertura de 500 vagas em 13 cursos a partir de 2002: a unive entrou com os professores e os cursos e as administrações municipais com a infra-estrutura. Se o câmpus de Sorocaba for aprovado, será o 17.º da Unesp. Ele funcionará em uma área que hoje pertence ao Ibama. No local, já existem prédios construídos, o que reduz o custo para abertura da nova unidade. Serão oferecidos cursos na área de biológicas e de agronegócios. O câmpus de Sorocaba não está previsto no plano de expansão das universidades estaduais de São Paulo, noticiado pelo Estado na semana passada. Juntas, USP, Unicamp, Unesp e as Faculdades Tecnológicas (Fatecs) pretedem criar 56,7 mil vagas, que acarretarão um aumento de 167% do número de alunos matriculados no prazo de dez anos. A Unesp anunciará amanhã a criação de um programa de cursos de extensão a distãncia. (O Estado de S. Paulo) |
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