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O Ministério da Educação ainda não tem os dados sobre o calendário de reposição de aulas nas Ifes (Instituições Federais de Ensino Superior) do país. A reposição se deve à greve de docentes encerrada em dezembro. O prazo para que instituições enviassem o calendário se esgotou no último dia 20, mas algumas afirmam que não receberam nenhuma solicitação nesse sentido. Leia mais
As escolas do Distrito Federal serão obrigadas por lei a fornecer um certificado de conclusão a todos os estudantes que forem aprovados em vestibulares antes do término do terceiro ano do ensino médio. A lei foi aprovada recentemente pela Câmara Legislativa do DF e aguarda a sanção do governador, Joaquim Roriz (PMDB). Leia mais
O Ministério da Educação ainda não tem os dados sobre o calendário de reposição de aulas nas Ifes (Instituições Federais de Ensino Superior) do país. A reposição se deve à greve de docentes encerrada em dezembro. Essas informações já deveriam ser conhecidas pelo MEC há 19 dias. Grande parte das instituições retomou anteontem o segundo semestre letivo de 2001, que foi interrompido por mais de cem dias. O prazo para que as 52 Ifes que aderiram à greve enviassem o calendário se esgotou no último dia 20, mas algumas instituições afirmam que não receberam nenhuma solicitação nesse sentido. Na UFMG (federal de Minas Gerais), por exemplo, o calendário de reposição foi definido pelo Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão em 14 de dezembro, mas, segundo a pró-reitora de graduação, Adriana Valadão, não havia chegado à universidade até ontem nenhuma orientação para envio das informações ao MEC. O fato é que o ministério só tem alguns cronogramas e, baseado no que já recebeu, estima que o 2º semestre de 2001 será encerrado, na maioria das Ifes, em abril. O ministério não se posicionou sobre o atraso no fechamento do cronograma e não informou sobre possíveis punições contra Ifes que tenham descumprido a ordem de envio dos dados. O único documento completo que chegou a Brasília foi a listagem com as datas dos vestibulares e de reinício das aulas levantada pela Andifes (associação dos reitores). O Andes (sindicato dos docentes) reuniu um calendário extra-oficial da reposição em 22 Ifes. Segundo esses dados, a Universidade Federal do Ceará é a que encerrará o segundo semestre letivo de 2001 mais tarde, em 17 de maio. (Folha de S. Paulo)
Em greve desde 17 de setembro de 2001, as três principais universidades estaduais do Paraná vivem uma queda-de-braço com o governador Jaime Lerner (PFL) para reabertura das negociações. O secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Ramiro Whahraftig, disse que o governo só irá reiniciar as negociações com a volta dos grevistas ao trabalho. O comando da greve condiciona a volta ao trabalho a uma proposta efetiva do governo do Paraná. Professores e funcionários reivindicam reposição salarial de 30%. O governo do Paraná alega a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) para não atender aos grevistas. (Folha de S. Paulo)
As escolas do Distrito Federal serão obrigadas por lei a fornecer um certificado de conclusão a todos os estudantes que forem aprovados em vestibulares antes do término do terceiro ano do ensino médio. A lei foi aprovada recentemente pela Câmara Legislativa do DF e aguarda a sanção do governador, Joaquim Roriz (PMDB), segundo informações do jornal Correio Braziliense. A aprovação da lei vai permitir que os alunos de colégios particulares poupem pelo menos seis meses de mensalidade. Para os estudantes que passarem no vestibular antes de concluir o primeiro ou segundo ano, a decisão de entregar o diploma continua sendo da escola em que estão matriculados. Com a medida, o Distrito Federal flexibiliza as regras de ingresso no terceiro grau, acentuando ainda mais a turbulência que atravessa o ensino superior no Brasil, com instituições que aprovam analfabetos em processos seletivos, como foi o caso das universidades cariocas Gama Filho e Estácio de Sá. Se no DF, o certificado de conclusão do ensino médio pode ser emitido para quem ainda não terminou esse nível de educação, nas duas instituições do Rio de Janeiro, a exigência do diploma foi o argumento usado pelas universidades como garantia de que iletrados não seriam aceitos em suas salas de aulas. (Agência Ponto Edu)
A Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas abriu inscrições para o primeiro curso de pós-graduação de prevenção à violência do País. O curso, com duração de um ano, é voltado para profissionais de diferentes áreas que lidam diretamente com vítimas, autores ou situações de violência, como psicólogos, advogados, terapeutas ocupacionais e cientistas sociais. As inscrições foram abertas esta semana e seguem até o dia 27. Caso o número de inscritos seja superior às 30 vagas oferecidas, haverá um exame seletivo entre os dias 28 e 30 deste mês. A mensalidade do curso deverá girar em torno de R$ 310. As 374 horas/aula serão dividas às sextas-feiras e sábados, quando for necessário. Segundo a professora de psicologia e coordenadora da especialização, Maria de Fátima Franco dos Santos, o curso é inédito no País. Ela lembrou que a Universidade de São Paulo (USP) dispõe de uma especialização em violência doméstica, voltada principalmente para crianças e adolescentes. "O curso da PUC-Campinas irá abordar diferentes manifestações de violência, doméstica, sexual, racial e criminal", apontou. De acordo com Maria de Fátima, as aulas serão ministradas por especialistas contratados especificamente para o curso. (O estado de S. Paulo) |
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