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A Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) inicia hoje (10/06) as inscrições para o exame de transferência para a USP (Universidade de São Paulo). Serão oferecidas 645 vagas, que devem ser ocupadas por alunos que já iniciaram curso de graduação em outra instituição de ensino superior. Leia mais:
Os professores, funcionários e estudantes das três universidades públicas do Estado a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), USP (Universidade de São Paulo) e da Unesp (Universidade Estadual Paulista) fazem hoje uma paralisação contra a reforma da Previdência proposta pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Leia mais:
A Fuvest (Fundação
Universitária para o Vestibular) inicia nesta terça-feira
as inscrições para o exame de transferência para a
USP (Universidade de São Paulo). Neste ano, são oferecidas
645 vagas, que devem ser ocupadas por alunos que já iniciaram curso
de graduação em outra instituição de ensino
superior. (Último Segundo - 10/06/03)
Professores, funcionários e estudantes da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), da USP (Universidade de São Paulo) e da Unesp (Universidade Estadual Paulista) fazem hoje uma paralisação contra a reforma da Previdência proposta pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva. (Folha Online - 10/06/03)
O Ministério da Educação informou ontem que o Provão, realizado domingo, teve a presença de 92,4% dos inscritos. Participaram da prova 435.810 alunos em 704 municípios. Também fizeram a prova 1.120 estudantes amparados por liminares da Justiça. A lista completa de presença por município pode ser consultada na internet, no endereço www.inep.gov.br. (O Globo - 10/06/03)
Estudantes denunciaram ontem que a Universidade Bandeirante (Uniban) "exportou" bons alunos para aumentar a nota do curso de direito do campus de São Bernardo no Provão. Em 2002, o curso recebeu o conceito E, a pior avaliação, enquanto as unidades da capital ficaram com C. "Quando descobri meu local de prova, achei estranho. Mas não desconfiei de nada, podia ter sido um engano do Ministério da Educação", afirmou Wladimyr Alves Bitencourt, de 31 anos, aluno da unidade Rudge, zona oeste de São Paulo. Paula, de 30 anos, que pediu para não ser identificada, ligou para a Uniban ao ver que estava registrada como aluna do ABC. "Disseram que o erro foi do MEC e não podiam fazer nada", disse. Wladimyr afirmou que encontrou pelo menos dez colegas no ABC. "Curioso é que só quem tira nota alta foi vítima do 'erro'. Não pode ser coincidência", disse. A Uniban garante que é. De acordo com sua assessoria, deve ter ocorrido algum equívoco na hora de enviar os dados ao MEC. A instituição informou que não usou nenhuma estratégia para melhorar a nota porque "não há interesse em modificar o resultado de um exame que está para acabar" e argumentou que o conceito de melhor aluno é subjetivo. Pediu, ainda, 48 horas para esclarecer o caso. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Otaviano Helene, é preciso que os estudantes enviem denúncia para o MEC abrir uma investigação. "As instituições são responsáveis pelas inscrições. Não temos mesmo como fazer o controle de tantos cursos e de tantos alunos." Projeto - Helene desmentiu que o MEC pretenda apoiar o projeto do deputado Ivan Valente (PT-SP) que extingue o Provão. Segundo ele, o ministério vai encampar a proposta da comissão criada para estudar mudanças no sistema de avaliação do ensino superior. (O Estado de S. Paulo - 10/06/03)
O Conselho Nacional de Assistência Social cassou de forma definitiva o certificado de filantropia de quatro instituições de ensino superior por não cumprirem os requisitos da lei da assistência social. A Fundação Educacional Lucas Machado, de Belo Horizonte (MG); a Severino Sombra, de Vassouras (RJ); o Instituto Presbiteriano Mackenzie (SP); e a Universidade Gama Filho (RJ) tinham recorrido de uma decisão inicial do conselho de cassar seus registros. Mas tiveram seus recursos negados pelos conselheiros, por não conseguirem provar que aplicavam 20% do faturamento em atividades sociais ou em bolsas de graduação. Sem o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (Cebas), as instituições perdem o direito à isenção da cota patronal no pagamento das contribuições previdenciárias ao INSS. Ou seja, passarão a ter que contribuir como empresas comuns. As quatro instituições já haviam tido os certificados suspensos, mas recorreram ao próprio conselho. Os recursos foram negados, mais uma vez, porque as escolas não conseguiram comprovar o cumprimento da lei. A Gama Filho alegou que o decreto estipulando o investimento de 20% em gratuidade, de 1993, é ilegal. O CNAS considerou que a argumentação não poderia nem mesmo ser levada em conta. Entre 1997 a 1999, a gratuidade concedida pela universidade, em cada ano, não chegou a 5%. Em 1997, os gastos da Gama Filho com ações de filantropia foram de apenas 2,37% da sua renda bruta no ano, que foi de R$ 87 milhões. No ano seguinte, a gratuidade concedida foi de 4,05% da renda de R$ 100 milhões. Em 1999, a gratuidade foi de apenas 3,73% da renda bruta de R$ 109 milhões. Em sua documentação, a Gama Filho apresentou como dinheiro gasto em gratuidade valores que não se enquadram na Lei Orgânica da Assistência Social, como creche para filhos de funcionários e alunos, serviço de assistência jurídica gratuito, clínica de assistência psicológica e assistência odontológica. (O Globo - 10/06/03) |
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