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Mais de 400 mil formandos já haviam feito sua inscrição para o Exame Nacional de Cursos, o Provão, de 2003. Leia mais:
A Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) criou o Programa de Formação Permanente de Funcionários, desenvolvido pela Pró-Reitoria de Extensão Universitária (Proex). Leia mais:
Hoje o Inep começa a fazer o levantamento dos candidatos para detectar instituições que não cadastraram seus alunos no Exame. A finalidade é permitir que os concluintes dos cursos a serem avaliados não fiquem sem fazer o Provão, já que a avaliação é obrigatória para a obtenção do diploma. O Provão 2003
será aplicado no dia 8 de junho para as 26 áreas, sendo
Administração, Agronomia, Arquitetura e Urbanismo, Biologia,
Ciências Contábeis, Direito, Economia, Enfermagem, Engenharia
Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia
Química, Farmácia, Física, Fonoaudiologia, Geografia,
História, Jornalismo, Letras, Matemática, Medicina, Medicina
Veterinária, Odontologia, Pedagogia, Psicologia e Química.
De acordo com dados
do Anuário Estatístico de 2002 da Unesp, cerca de 1.178
servidores, de um total de 9.048, têm baixa escolaridade. Esse fato
levou a administração da instituição a criar
o Programa de Formação Permanente de Funcionários,
ligado ao Gabinete do Vice-reitor, Paulo Cezar Razuk, que vem se somar
ao Programa de Educação de Jovens e Adultos (Peja), desenvolvido
pela Pró-Reitoria de Extensão Universitária (Proex).
'A baixa escolaridade entre os servidores nos preocupa. Para atender o
maior número possível de interessados, resolvemos incorporar
o Peja aos nossos esforços', diz Razuk. (Último Segundo - 10/03/03)
Os professores universitários podem entrar em greve nos próximos dias em protesto contra a reforma da Previdência. (Folha Online - 11/03/03)
O ministro da Educação Cristovam Buarque disse hoje, no Rio de Janeiro, que não defende a adoção da política de cotas para negros nas universidades antes que haja um consenso sobre a questão. Ele explicou que, como pensador e professor, considera o sistema um bom caminho, mas como ministro, espera que a questão se torne lei para as instituições quando estiver mais aceita pela opinião pública. Cristovam alertou que, no momento, uma lei nesse sentido pode acirrar a discriminação. O ministro proferiu aula inaugural do ano letivo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que teve entre os presentes apenas três negros, como ele fez questão de destacar. (Agência PontoEdu - 10/03/03)
O Ministério da Educação vai mudar as regras do Fies, programa do governo federal de financiamento de mensalidades em universidades particulares. Segundo o ministro Cristovam Buarque, uma parte do total de financiamentos será paga pelos estudantes por meio de trabalhos sociais, como dar aulas de alfabetização a adultos. A novidade foi anunciada ontem pelo ministro em palestra na Universidade Candido Mendes, no Rio. Cristovam disse também que o governo estuda, de forma embrionária, aumentar de três para quatro anos a duração do ensino médio. O ministro não detalhou as propostas. Com relação ao Fies, disse apenas que parte dos financiamentos será paga em trabalhos sociais. "Uma parte dos financiamentos vai continuar sendo paga pelo aluno, com juros, depois de formado. Outra parte será transformada em bolsa, que será paga com o trabalho social do jovem, sobretudo em classes de alfabetização." Cristovam afirmou que o governo priorizará a concessão dessas novas bolsas em cursos onde há mais carência de profissionais no Brasil, como os de pedagogia e as licenciaturas, que formam professores. Hoje, o Fies financia 184 mil alunos. (Folha de S. Paulo - 11/03/03) |
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