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Os funcionários da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) realizaram ontem (11/08) um dia de protesto contra a reforma da Previdência e decidem, amanhã, se entram em greve. Professores farão passeata sexta-feira (15/08) na Paulista. Leia mais:
Os estudantes que pretendem ingressar em faculdades e universidades, principalmente neste período em que há muitos processos seletivos, devem ficar alertas. O tão sonhado diploma pode não ter validade, caso o curso não seja reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). Leia mais:
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Os funcionários da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) realizaram ontem um dia de protesto contra a reforma da Previdência e decidem, amanhã, se entram em greve. Segundo João Raimundo Mendonça de Souza, coordenador do STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp), cerca de 2.200 dos 8.000 servidores cruzaram os braços. A área mais afetada foi a de ensino e pesquisa (60%), disse. No setor administrativo, a estimativa é que 35% tenham parado. Na área médica, não houve paralisação. Os professores da Unicamp estão em greve desde a última quarta, e o DCE (Diretório Central dos Estudantes) busca convencer os alunos a aderir à mobilização. A presidente da Adunicamp (Associação dos Docentes da Unicamp), Aparecida Affonso Moysés, disse que o apoio dos professores à greve cresceu de 60% para 75%. A reitoria, por sua vez, informou que só 20% dos professores estão parados, mas não fez uma avaliação de quantos servidores aderiram à paralisação ontem. O primeiro dia da greve dos professores da USP (Universidade de São Paulo) teve adesão parcial, segundo a Adusp (associação dos docentes). Nenhuma unidade parou por completo. Segundo a reitoria, a universidade funcionou normalmente pela manhã. A expectativa da Adusp é que a paralisação cresça durante a semana. Ontem cerca de 80 professores participaram de assembléia na qual definiram um calendário que culmina com uma passeata sexta-feira, na avenida Paulista, em conjunto com as demais universidades públicas do Estado. Professores de mais 2 dos 15 campi da Unesp (Universidade Estadual Paulista) decidiram entrar em greve ontem, somando três unidades paralisadas (Marília, Rio Claro e Assis). Os funcionários de Assis e São José do Rio Preto também estão em greve. Em assembléia ontem, os docentes da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) decidiram manter a greve, que foi decretada na semana passada e é parcial. (Folha de S. Paulo – 12/08/03)
Os estudantes que
pretendem ingressar em faculdades e universidades, principalmente neste
período em que há muitos processos seletivos, devem ficar
alertas. O tão sonhado diploma pode não ter validade, caso
o curso não seja reconhecido pelo Ministério da Educação
(MEC). Apenas com a autorização
do MEC a instituição de ensino pode abrir processo seletivo,
matricular e lecionar, mas ainda não pode conferir diploma. O protocolo
de autorização vale até quando a primeira turma de
alunos estiver entrando no último período do curso. O MEC ressalta que o aluno deve avaliar se deseja ingressar em uma faculdade nessa situação, pois até concluir o processo de reconhecimento, a faculdade poderá não conseguir a aprovação final do órgão. Apenas universidades e centros universitários podem abrir cursos sem a autorização do MEC. Os nomes dessas instituições podem ser conferidos no endereço eletrônico do órgão. O secretário de Educação Superior do MEC, Carlos Roberto Antunes dos Santos, quer mais rigor na concessão de abertura de cursos, para manter a qualidade no ensino no país. "Uma comissão vai propor uma nova política de avaliação de cursos até agosto. Com base nela, estabeleceremos critérios para novas autorizações, reconhecimentos e credenciamento de novas universidades", explicou. Segundo dados da assessoria de imprensa do MEC, foram solicitados, desde janeiro, 176 autorizações de novos cursos em todo país. O presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Particular do Espírito Santo, Nelson Piôto, contestou a informação do MEC, dizendo que o diploma pode ser emitido apenas com a autorização do curso. Informe-se no site www.mec.gov.br se o curso é reconhecido pelo MEC. Caso o nome não conste na lista, o curso está irregular. Apenas universidades e centros universitários podem abrir cursos sem a autorização do MEC. Os nomes das instituições também podem ser conferidos no site. Apenas com a autorização o curso pode abrir inscrições para o vestibular, receber alunos e cumprir o projeto pedagógico, mas não pode conferir diploma. Denúncias devem ser enviadas para: Esplanada dos Ministérios, bloco 1, 3º andar, gabinete do secretário da Sesu, CEP 70047-9000, e ao Ministério Público. (Gazeta Online – 12/08/03)
"Você está sendo filmado. Por favor, colabore." As placas espalhadas pela Cidade Universitária alertam os frequentadores da USP (Universidade de São Paulo) para a vigilância eletrônica: 22 câmeras em pontos estratégicos com o objetivo de controlar os motoristas e tentar inibir furtos de carros e outros delitos registrados nas dependências da instituição. (Folha Online – 12/08/03) |
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