|
|||||||||||||||
|
O Ministério da Educação (MEC) divulgou a lista do resultado do processo seletivo do Fies (Programa de Financiamento Estudantil), do governo federal, referente ao segundo semestre de 2003. Leia mais:
Pesquisa feita pelo Sistema Anglo de Ensino revela que 32,4% dos pais das classes médias e altas colocam os filhos em escolas particulares para que ele consiga cursar uma universidade pública e gratuita. Leia mais:
|
|
|||||||||||||
|
O MEC (Ministério da Educação) divulgou o resultado do processo seletivo do Fies (Programa de Financiamento Estudantil), do governo federal, referente ao segundo semestre de 2003. (Folha Online – 12/09/03)
Pesquisa feita pelo Sistema Anglo de Ensino mostra que 32,4% dos pais das classes médias e altas colocam os filhos em escolas particulares para que ele consiga cursar uma universidade pública e gratuita. Dos 16 mil pais entrevistados em todo o país, outros 24,7% disseram que esperam apenas que seus filhos cursem as melhores universidades, independentemente de elas serem públicas ou privadas. Na hora de escolher as escolas dos filhos, 74,1% disseram que buscam qualidade no ensino e bons professores. O levantamento foi feito pelo Instituto Pró-Pesquisa entre os dias 25 e 30 de agosto. A amostra, segundo o coordenador da pesquisa e assessor de marketing do Sistema Anglo de Ensino, Francisco Lopes da Silva, representa fielmente o universo de cerca de 4 milhões de famílias incluídas nas classes média e alta. Das 16 mil famílias entrevistadas, 45,6% têm renda acima de R$ 3,5 mil por mês e 47,7% têm renda média de R$ 2.500. Para 54,9% dos pais, vale qualquer sacrifício para manter os filhos em boas escolas. O maior risco para ver concretizar o sonho de ver seus filhos numa boa universidade, para a maioria dos pais, é eles se envolverem com drogas (68,9%) ou as mensalidades das escolas aumentarem e tornarem-se insuportáveis para o orçamento (43,8%). Na última terça-feira, o ministro da Educação, Cristovam Buarque, afirmou em entrevista à Rádio CBN, ser contra o atual modelo educacional, que permite que jovens da classe alta estudem de graça em universidades públicas para ficarem ainda mais ricos. Para ele, esses futuros profissionais teriam de necessariamente colaborar com o desenvolvimento do país. Se a elite estuda apenas para ficar mais rica com o diploma, acho que o estado não deveria pagar o curso dela. A maior parte dos alunos de Medicina vai montar o seu consultório apenas para atender a uma minoria, estudou de graça para ficar rico - afirmou o ministro. (O Globo – 12/09/03) |
|||||||||||||||