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O Ministério da Educação vai suspender o reconhecimento de 12 cursos de graduação das áreas de Matemática e Letras que receberam conceitos D ou E nos últimos três anos do provão. Entre eles, 11 são de faculdades particulares e um é de uma federal. Os cursos não poderão receber novos alunos. Leia mais
O resultado do Exame Nacional de Cursos, o provão, que está sendo divulgado nesta terça-feira (12/12) pelo MEC, mostra que houve um aumento de instituições com conceitos A. O crescimento pode ser explicado pelo novo critério utilizado para obter as médias. Leia mais
O Ministério da Educação vai suspender o reconhecimento de 12 cursos de graduação das áreas de matemática e letras que receberam conceitos D ou E nos últimos três anos do provão e um conceito insuficiente (CI) em sua avaliação sobre as condições de oferta. Entre os cursos, 11 são de faculdades particulares e um é de uma federal. Os cursos também terão o seus processos seletivos suspensos e não poderão receber novos alunos. Segundo o MEC, as instituições terão um prazo de um ano para se adequar e resolver os problemas de deficiência para não terem os cursos desativados. Os cursos de letras são os das seguintes instituições: Centro de Estudos Superiores de Maceió; Faculdade de Ciências Humanas de Olinda; Faculdade de Formação de Professores de Penedo (AL), com dois cursos: português e francês e português e inglês; Faculdade de Formação de Professores de Vitória de Santo Antão (PE); Faculdade de Dracena (SP); Faculdades Integradas Ruy Barbosa (Andradina-SP); Universidade Federal do Acre, em Cruzeiro do Sul. De matemática, as instituições que tiveram o reconhecimento suspenso são: Centro Universitário Filadélfia, em Londrina (PR); Faculdade de Educação de Ivaiporã, no Paraná; Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (SP), com dois cursos: ciência em matemática e licenciatura em matemática. Os alunos que estão no último ano irão receber o diploma, os outros continuarão tendo aula normalmente, mas só se formarão se os cursos obtiverem um novo reconhecimento dentro deste período. Segundo o ministro da Educação, Paulo Renato Souza, os alunos podem se transferir para outras universidades sem perder o que já foi cursado. Paulo Renato afirmou ainda que no início do próximo ano outros cursos poderão ter o reconhecimento suspenso. "Em março, haverá uma nova avaliação de condições de oferta em seis outras áreas: administração, direito, engenharias civil e química, medicina veterinária e odontologia", disse. Os resultados desta avaliação serão adicionados às notas do provão 2001 e poderá significar a suspensão dos cursos já em 2002. Neste ano, participaram do exame 271.421 alunos de 3.701 cursos de 20 áreas: administração, agronomia, biologia, jornalismo, direito, economia, engenharia civil, engenharia elétrica, engenharia mecânica, engenharia química, farmácia, física, letras, matemática, medicina, medicina veterinária, odontologia, pedagogia, psicologia e química. (Folha OnLine)
O resultado do Exame Nacional de Cursos, o provão, que está sendo divulgado agora (12/12) pelo MEC (Ministério da Educação), mostra que houve um aumento de instituições com conceitos A na avaliação deste ano. O crescimento pode ser explicado pelo novo critério de avaliação utilizado para obter as médias. Segundo os dados divulgados pelo Ministério, 14,3% dos cursos avaliados receberam o conceito A, uma alta de 2,3 pontos percentuais em relação ao ano passado. Os conceitos C e D também registraram aumento. O primeiro passou de 40% para 40,9% e o segundo de 18% para 20%. O resultado mostrou ainda que 40 cursos de seis carreiras (administração, direito, engenharia civil, engenharia química, veterinária, odontologia) tiveram conceito A pelo quinto ano consecutivo. Dos 40, 17 são em federais, 14 estaduais e 9 em particulares. Pelo novo método utilizado, os conceitos (A, B, C, D ou E) foram dados de acordo com a distância que a nota da instituição está da média do curso. A nova avaliação usou a média das notas de todas as faculdades da área e uma medida estatística chamada desvio padrão _cálculo matemático com o qual se obtém um número que demonstra quanto os cursos estão longe da média geral. Se há muitas faculdades com notas próximas à média, o desvio é pequeno. Se as notas estão mais concentradas nas pontas, o desvio é maior. Desde que foi instituído o provão, em 1996, a média dos cursos era obtida através de uma escala, que se encaixava em uma Curva de Gauss, independentemente da média obtida pela faculdade. O método fazia com que sempre o mesmo número de instituições tivesse um determinado conceito (A - as 12% melhores, B-18%, C-40%, D-18%, E-12%). Esse método era alvo de críticas tanto de estudantes quanto de professores, já que uma faculdade poderia ter nota A mesmo não tirando uma nota excelente, mas no mínimo melhor que as demais. Neste ano, participaram do exame 271.421 alunos de 3.701 cursos de 20 áreas: administração, agronomia, biologia, jornalismo, direito, economia, engenharia civil, engenharia elétrica, engenharia mecânica, engenharia química, farmácia, física, letras, matemática, medicina, medicina veterinária, odontologia, pedagogia, psicologia e química. (Folha OnLine)
Pedagogia obteve a melhor média entre os 20 cursos de graduação avaliados na edição deste ano do Exame Nacional de Cursos, o provão. O resultado da avaliação, divulgado hoje pelo MEC (Ministério da Educação), apontou também que matemática foi o curso que recebeu a pior nota. Em uma escala de 1 a 100, os cursos de pedagogia obtiveram média de 57,8 pontos, ficando em primeiro. Odontologia, com 53,8, e medicina, com 45,5, vêm na seqüência. Os cursos de matemática (com média de 17,6), economia (24,6) e biologia (26,6) foram os piores do provão 2001. Neste ano, participaram do exame 271.421 alunos de 3.701 cursos de 20 áreas: administração, agronomia, biologia, jornalismo, direito, economia, engenharia civil, engenharia elétrica, engenharia mecânica, engenharia química, farmácia, física, letras, matemática, medicina, medicina veterinária, odontologia, pedagogia, psicologia e química. (Folha OnLine)
A maioria dos cursos considerados "cinco estrelas" pelo Ministério da Educação por só tirarem nota "A" no Exame Nacional de Cursos, o provão, é mantida por instituições públicas. Segundo o ministro da Educação, Paulo Renato de Sousa, 40 cursos de 6 carreiras obtiveram o conceito A no provão pela quinta vez consecutiva. Desses, 17 são mantidos por instituições federais, 14 por estaduais e 9 são de ensino privado. "As faculdades federais e estaduais continuam com uma avaliação melhor", disse o ministro. Estão entre os 40 "cinco estrelas", 17 cursos de administração, 11 de direito, seis de engenharia civil, dois de engenharia química, dois de medicina veterinária e dois de odontologia. Entre as carreiras que passaram este ano pelo sexto provão consecutivo, 26 cursos de direito, administração e engenharia civil conseguiram em todos os anos o conceito A. Confira abaixo a lista dos 26 melhores: Administração: Escola de Administração
de Empresas de São Paulo Direito: Faculdade Estadual
de Direito do Norte Pioneiro - Jacarezinho (PR) Engenharia civil: IME (Instituto Militar
de Engenharia) - Rio de Janeiro (Folha OnLine)
O único aluno "nota 100" do provão 2001 é um brasileiro nascido na Alemanha, filho de missionários evangélicos. Markus Samuel Rebmann, 23, foi o único universitário a tirar a nota máxima no Exame Nacional de Cursos. Aluno de engenharia civil da UFMS (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), Markus chegou aos Brasil aos seis anos e é o mais velho de cinco irmãos. Mas para colher os benefício desse resultado, ele ainda precisa esperar a retomada das aulas, que estavam paralisadas pela greve nas universidades federais. "Essa greve prejudicou muito os alunos e eu não sei mais quando vou conseguir o diploma", disse o estudante, que espera ser contratado pela empresa de pré-moldados onde trabalha assim que concluir os estudos. Até lá, Markus continua trabalhando como estagiário da empresa, com um salário de aproximadamente R$ 400. Sobre o resultado, ele disse estar feliz, "pois sempre tirou notas altas". Markus, que sempre estudou em escolas particulares até chegar à faculdade, disse que pretende fazer mestrado, mas só depois de ganhar uma experiência de pelo menos dois anos na iniciativa privada. (Folha OnLine) |
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