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Valorizar as habilidades adquiridas pelos alunos durante o ensino médio é uma das finalidades do novo modelo de vestibular da Universidade Federal do Pará (UFP). A partir do próximo ano, a instituição vai avaliar o aluno desde o primeiro ano do ensino médio e, no final, selecionar aqueles que ingressarão nos cursos de graduação. Leia mais:
Depois que o Parque Ecológico do Tietê foi escolhido para sediar o novo câmpus da Universidade de São Paulo (USP), aumentou a articulação de moradores da zona leste e dos movimentos em defesa da educação. Eles querem levar à USP propostas para que a universidade contribua com a periferia. Leia mais:
Valorizar as habilidades adquiridas pelos alunos durante o ensino médio é uma das finalidades do novo modelo de vestibular da Universidade Federal do Pará. A partir do ano que vem, a instituição irá utilizar o PSS - Processo Seletivo Seriado. O método vai avaliar o aluno desde o primeiro ano do ensino médio e, no final, selecionar aqueles que ingressarão nos cursos de graduação. (Último Segundo - 14/03/03)
Depois que o Parque Ecológico do Tietê foi escolhido para sediar o novo câmpus da Universidade de São Paulo (USP), na terça-feira, aumentou a articulação de moradores da zona leste e dos movimentos em defesa da educação. Eles querem levar à USP propostas para que a universidade contribua com a periferia. O novo câmpus, que ficará perto da Rodovia Ayrton Senna, só deve começar a funcionar no segundo semestre de 2004 e vai oferecer mil vagas. Amanhã, membros do Fórum de Educação da Zona Leste e do Movimento dos Sem Educação (MSE) se reúnem na Subprefeitura de Itaquera, às 9h30, para o primeiro dos sete seminários que vão discutir desde a questão de cotas para alunos de escolas públicas e vestibular diferenciado quanto a ampliação de vagas e o caráter dos cursos - a segunda reunião será às 13h, na Subprefeitura da Penha. Eles vão elaborar propostas para que a USP não esteja simplesmente instalada na zona leste, mas que atenda à comunidade local. "Não faz sentido abrir um novo câmpus e não ter a preocupação de atender a essa demanda da zona leste", diz Dimitri Silveira, membro do MSE e estudante de geografia na USP, mencionando que a região tem 4 milhões de habitantes. "Queremos discutir qual vai ser a relação que a universidade vai ter com a zona leste", diz o professor João Kleber Souza, do Fórum. Entre as propostas que o MSE vai levar ao seminário está a adoção de um critério diferenciado para o ingresso no novo câmpus. "Se mantiver o mesmo critério, que é o vestibular, a universidade vai continuar elitizada. Temos que garantir espaço para os estudantes de escolas públicas e negros", defende Silveira. A cota para alunos provenientes do ensino público seria de 50%, na visão do MSE. No último vestibular da Fuvest, 34,8% dos candidatos tinham cursado ensino médio em escola pública. "Esse é um problema presente, mas que não será discutido para a zona leste ou para São Carlos ou Ribeirão Preto. É um problema para a USP como um todo discutir", alega Myriam Krasilchik, presidente da comissão do projeto do novo câmpus. Em declarações anteriores, Myriam disse que "o novo câmpus será a USP na zona leste e não da zona leste", já que estará aberto a alunos de todo o País. Ela ressalta que a influência para a comunidade local virá dos projetos de pesquisa que, obrigatoriamente, terão que abordar temas da zona leste. "Também vamos questionar o caráter dos cursos propostos, que hoje não existem na USP. Por que não ter cursos de maior procura, como medicina e direito? Os moradores da zona leste não têm direito de serem médicos?", diz Silveira. Segundo Myriam, o regimento proíbe que se ofereça cursos iguais no mesmo município. Ela frisa que os cursos que foram cogitados - moda, esporte, arquitetura paisagística, arqueologia, ciências ambientais, marketing e outros - ainda não estão definidos. "Em março começamos a conversar com estudantes do ensino médio para saber o que eles esperam. Queremos cursos de interesse de toda a população jovem, não só da zona leste." (Jornal da Tarde - 14/03/03)
O desembargador Nilton Mondego, do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio, negou ontem pedido liminar do deputado Flávio Bolsonaro para suspender a Lei 3.708, que estabelece reserva de vagas na Uerj e na Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) para negros e pardos. A Assembléia Legislativa e a governadora Rosinha Matheus serão notificadas para prestar informações sobre a lei num prazo de 20 dias. Só então o mérito da ação do deputado será votado no Órgão Especial. Ontem a Alerj realizou uma audiência pública para discutir o sistema de cotas. Um dos temas debatidos foi a liminar que suspende a Lei 3.524, que reserva vagas para alunos de escolas públicas, concedida pelo desembargador José Carlos Murta Ribeiro em resposta ao pedido de representação por inconstitucionalidade também enviado por Bolsonaro. Reitora da Uerj pede rapidez no julgamento - A reunião, convocada pela deputada Jurema Batista, contou com a presença de representantes dos movimentos estudantil e negro. A reitora da Uerj , Nilcéa Freire, e o reitor da Uenf, Salassier Bernardo, também participaram do encontro. Segundo Nilcéa, é importante que o mérito das liminares seja julgado para que o vestibular da Uerj não fique ameaçado. A UFRJ divulgou ontem a segunda lista de reclassificados e remanejados do vestibular 2003. Os habilitados devem se matricular dia 17 deste mês, das 10h às 16h, na Divisão de Registro de Estudante, prédio do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN), Ilha do Fundão. (O Globo - 14/03/03)
O professor Robert Wilson, do Departamento de Políticas Públicas da Universidade do Texas em Austin, Estados Unidos, foi recebido na tarde de hoje, 12, pelo ministro da Educação, Cristovam Buarque. (Folha Online - 13/03/03) |
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