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Os professores dos cursos de jornalismo e rádio e televisão da faculdade Cásper Líbero, de São Paulo, decidiram ontem (14/08) encerrar a greve iniciada há 12 dias. A decisão foi tomada após a reunião com TRT, em que ficou acertado que a instituição vai avaliar a recontratação do professor Marco Antonio Araújo, antigo coordenador do curso de jornalismo. Leia mais:
Foi aprovado pela Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro a lei que altera as regras do sistema de cotas nas universidades estaduais. Os alunos beneficiados precisarão comprovar que são carentes. Leia mais:
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Os professores dos cursos de jornalismo e rádio e televisão da faculdade Cásper Líbero, de São Paulo, decidiram ontem encerrar a greve iniciada há 12 dias. A decisão ocorreu após uma reunião de conciliação no TRT entre os professores e a direção da faculdade, em que ficou acertado que a instituição vai avaliar a recontratação do professor Marco Antonio Araújo, antigo coordenador do curso de jornalismo. Em nota divulgada por sua assessoria, a fundação que administra a faculdade informou que o conselho técnico administrativo -formado por representantes da direção, dos professores e dos alunos- vai deliberar sobre a questão em no máximo dez dias. Por decisão judicial, os professores vão receber pelos dias parados desde que reponham as aulas. Ainda está garantida estabilidade no emprego por 60 dias. A greve foi iniciada após o diretor da faculdade, Erasmo de Freitas Nuzzi, vetar a recontratação de Araújo, demitido no final de 2002. Segundo Santos, o professor foi demitido por liderar um movimento contra o aumento do número de alunos por sala de aula. (Folha de S. Paulo – 15/08/03)
A Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro aprovou lei que altera as regras do sistema de cotas nas universidades estaduais. As cotas passam a valer apenas para os estudantes que comprovarem carência, por exemplo. O percentual de vagas reservadas diminuiu. A porcentagem de cotas para negros caiu de 40% para 20%. Para alunos da escola pública, passou de 50% para 20%. Diminuiu também a porcentagem de vagas reservadas para portadores de deficiência. Essa reserva não foi colocada em prática no último vestibular porque foi aprovada após o início do concurso. Ela destinava 10% das vagas para portadores de deficiência. Essa porcentagem caiu para 5%, e será preenchida com alunos pertencentes a outras minorias étnicas, a serem definidas. Apesar da redução do percentual total, o novo texto da lei estabelece que as vagas não poderão ser sobrepostas, como aconteceu no ano passado. Pelo sistema que vigorou em 2002, um aluno negro ou pardo que cursou escola pública entrava tanto na contagem das vagas preenchidas pelo critério racial como na contagem da reserva para estudantes da rede pública. Pela sobreposição, apesar de 90% das vagas (40% da cota racial mais 50% da rede pública) terem sido reservadas por lei no ano passado, a porcentagem de candidatos que entraram por algum critério de cotas foi de 63%, já que alguns aprovados preenchiam os dois critérios. Com a mudança, a universidade deverá reservar 45% das vagas para alunos beneficiados por um dos critérios. A definição de quem é negro continuará sendo feita pela autodeclaração. (Folha de S. Paulo – 15/08/03)
Docentes da USP (Universidade de São Paulo) de Ribeirão Preto (314 km de SP) decidiram ontem aderir a partir de hoje à greve iniciada pelos colegas de São Paulo. (Folha Online – 15/08/03)
Depois de 32 horas de invasão, 40 alunos da UFBa (Universidade Federal da Bahia) aceitaram a proposta da instituição e desocuparam no final da noite de ontem o prédio da reitoria. Os universitários invadiram o local para cobrar mais rapidez da instituição em relação à implantação de cotas para afrodescendentes. (Folha Online – 14/08/03) |
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