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Foi lançado pelo Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (Crub) o programa Universidade Contra a Fome. O objetivo é reunir, em 30 dias, todas as iniciativas de cunho social que estão sendo desenvolvidas nas instituições de ensino superior do país. Leia mais:
Reforço às carreiras de licenciatura, prioridade aos alunos que estudaram em escola pública e aos que já trabalham com Educação Infantil, Fundamental ou Média são os critérios de maior peso inseridos pelo Ministério da Educação no processo seletivo ao Programa de Financiamento Estudantil (Fies). Leia mais:
O Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (Crub) lançou ontem o programa Universidade Contra a Fome. A idéia é reunir em 30 dias todas iniciativas de cunho social que estão sendo desenvolvidas nas instituições de ensino superior do País. O programa foi lançado pelo presidente do Crub, Paulo Alcântara Gomes. Ele participava da 69.ª reunião da entidade, em Florianópolis, Santa Catarina. A intenção é a de que as universidades tenham um compromisso social e contribuam com a política do governo federal. Depois que os projetos das universidades forem reunidos, será feita uma triagem de todos os trabalhos compatíveis com a proposta do Programa Fome Zero. "Isto abrange todas as universidades e as mais diversas áreas, da agronomia à medicina, nutrição, logística de alimentos perecíveis, arquitetura ambiental, análise de alimentos, novas tecnologias e muitas outras", disse Gomes. O assessor especial da Presidência Frei Betto esteve presente à reunião de reitores. Outra forma de contribuir com o Fome Zero, também mencionada pelo presidente do Crub, seria o sistema de crédito universitário para trabalho voluntário. "O trabalho voluntário seria reconhecido pelas universidades como disciplina optativa, mas integrante da grade curricular. Por exemplo, um aluno poderia optar por uma cadeira optativa de computação, mas outra oferta seria prestar trabalho voluntário de alguma forma, o que seria reconhecido como uma cadeira cumprida, com os mesmos créditos equivalentes às cadeiras convencionais", explicou o reitor. (O Estado de S. Paulo - 16/04/03)
Reforço às carreiras de licenciatura, prioridade aos alunos que estudaram em escola pública e aos que já trabalham com Educação Infantil, Fundamental ou Média são os critérios de maior peso inseridos pelo Ministério da Educação no processo seletivo ao Programa de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre deste ano. O objetivo é incentivar a formação superior de professores e melhorar a qualidade do Ensino Básico. Para atender essa finalidade, o ministro da Educação, Cristovam Buarque, anunciou a abertura de 70 mil vagas para o segundo semestre e recursos de R$ 140 milhões. O aluno pode financiar até 70% do valor da mensalidade; assume os outros 30% mensais; e a cada três meses paga uma taxa de R$ 50,00, a título de amortização. Os juros sobre o financiamento são de 9% ao ano. Para entrar no Fies, o aluno precisa estar regularmente matriculado numa instituição que tenha aderido ao Programa; e ter 75% de aprovação nas disciplinas cursadas. O processo 2003 tem duas etapas. De 30 de junho a 11 de julho, o Ministério recebe a adesão das Instituições de Ensino Superior (IES); e de 21 de julho a 22 de agosto, os alunos fazem a inscrição no site do MEC ou da Caixa. (MEC). (Agência PontoEdu - 16/04/03)
Na iminência de perder as renúncias fiscais a que tem direito, a Faap (Fundação Álvares Penteado) conseguiu suspender, por meio de liminar concedida pela Justiça, o julgamento de seu pedido de renovação do certificado de entidade filantrópica. (Folha Online - 15/04/03) A Assembléia conjunta de docentes e servidores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) decidiu nesta terça-feira pelo fim da greve, iniciada em 10 de janeiro deste ano. As atividades da instituição voltam ao normal a partir do dia 24 de abril. (Último Segundo - 16/04/03) |
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