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O governo federal defende a implantação de cotas para negros em universidades brasileiras e, para intensificar o debate, criará um grupo de trabalho para analisar o tema. Se houver consenso, este poderá ser o empurrão final para uma lei nacional. Leia mais:
Apenas 4% da população brasileira concorda com o ministro da Educação, Cristovam Buarque, em relação a taxação de ex-alunos de universidades públicas. Segundo o ministro, a taxa irá ajudar a financiar o ensino superior gratuito. Leia mais:
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O governo federal defende a implantação de cotas para negros em universidades no Brasil e, para intensificar o debate, criará um grupo de trabalho para analisar o tema. Se houver consenso, pode até elaborar um projeto de lei. Segundo a ministra Matilde Ribeiro (Secretaria da Igualdade Racial), o governo apóia as cotas desde a campanha eleitoral, mas é necessário intensificar a discussão sobre as normas e o papel da União. "É claro que precisamos preservar a autonomia das universidades, mas temos também que discutir nosso papel na política", afirmou ela, após a solenidade de ampliação do programa Diversidade na Universidade. Já o ministro Cristovam Buarque (Educação) reiterou que a proposta não visa impor as cotas. "Não é idéia nossa forçar um projeto de lei. Mas, se as coisas evoluírem e se houver boa receptividade, não vejo motivo para não fazer isso também", disse. O ministro propõe que os índios (que são em número reduzido) tenham acesso garantido à universidade, sem necessidade de cotas. A medida, para ser instituída, dependeria de cada instituição. A UnB (Universidade de Brasília) foi a primeira instituição de ensino superior federal a adotar as cotas para negros e índios. As universidades estaduais do Rio e da Bahia têm experiências. Para Cristovam, é preciso também haver projetos que ajudem o negro a concluir o ensino médio. Estudo do ministério traz dados preocupantes sobre a desigualdade racial no ensino. Apesar de o país ter 45% de negros e pardos, segundo o Censo 2000, alunos negros param de estudar antes dos brancos. Além disso, de 1995 a 2001, apresentaram queda mais acentuada no desempenho. O Diversidade na Universidade, iniciado no fim de 2002, visa defender a inclusão social e o combate à exclusão étnica e racial. Instituições de ensino que tenham pelo menos 51% de afrodescendentes e/ou indígenas entre os matriculados poderão concorrer a financiamento para oferecer cursinhos pré-vestibular. São US$ 9 milhões para três anos. Informações pelo 0800-616161. (Folha de S. Paulo – 17/07/03)
O ministro da Educação, Cristovam Buarque, pode até achar que vale a pena discutir o projeto de lei que prevê a cobrança de uma taxa de ex-alunos de universidades públicas, como forma de ajudar a financiar o ensino superior gratuito. Mas apenas 4% da população brasileira concorda com ele, como mostra uma pesquisa do Datafolha que ouviu 2.630 pessoas em 152 cidades do país, nos dias 24 e 25 de junho. (Folha Online – 17/07/03)
Os professores da UFRJ aprovaram hoje, em assembléia realizada na tarde desta quarta-feira, a continuidade da greve iniciada no último dia 8, em apoio ao movimento nacional contra a reforma da Previdência. A próxima assembléia da categoria será terça-feira, dia 22, às 13h, no Auditório do Centro de Tecnologia, na Ilha do Fundão. O comando local de greve da Adufrj-SSind se reúne sexta-feira para avaliar o movimento grevista e organizar as atividades na universidade. (Folha de S. Paulo – 17/07/03)
A escolha da graduação pode ser apenas a primeira decisão que o estudante precisará tomar relativa à sua futura área de trabalho. Depois ou durante o curso, ele terá de escolher um dos campos dentro daquilo que optou inicialmente. (Folha Online – 17/07/03)
Como já trabalhava com recursos humanos e não pretendia ter toda a parte geral de administração de empresas antes dos fundamentos específicos da área, Sônia Cristina Alves Suriani, 33, preferiu fazer um seqüencial a uma graduação. (Folha Online – 17/07/03) |
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