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O secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, Ramiro Wahrhaftig, anunciou ontem que o Governo do Estado suspendeu as negociações com as universidades estaduais do Paraná. De acordo com ele, a decisão é resultado da quebra de um compromisso firmado entre o secretário e os grevistas, que tinham assumido que não haveriam mais manifestações pública. Leia mais
A Universidade, que passará a se chamar na próxima semana Centro de Estudos Musicais Tom Jobim, oferece 2.540 vagas para cursos de iniciação, formação instrumental e vocal, além de workshops e cursos livres. "É difícil a gente conseguir fazer um curso pago porque está tudo muito caro e quando a gente sabe que tem uma oportunidade como essa, vale à pena enfrentar fila, afinal é muito candidato para pouca vaga", explicou a dona- de- casa Rosemeire Tavares Dourado, de 23 anos. Ela tentava uma vaga para o curso de canto e chegou às 8h30. Já o músico Sidiel Vieira, de 20 anos, não conseguiu entrar numa faculdade particular para o curso de regência orquestral e foi cedo para a fila tentar uma oportunidade. "Faculdade para este curso é muito cara. Eu já prestei vestibular, mas exigiram muito", afirmou. Para a estudante Lorraine Costa, de 14 anos, a fila que dobrava o quarteirão da Rua General Osório era o sacrifício necessário para a realização de um sonho. "Eu gosto muito de violão erudito. Já toco trompete, mas quero mesmo aprender violão", afirmou a estudante. As inscrições para os cursos da Universidade Livre de Música vão até 23 de janeiro. Para os iniciantes, não é exigido diploma escolar, basta ter aptidão. Os candidatos de níveis médio e avançado devem saber ler partitura. Há vagas também para crianças de 5 a 12 anos no curso de iniciação musical. (Diário
de S. Paulo)
O secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, Ramiro Wahrhaftig, anunciou ontem que o Governo do Estado suspendeu as negociações com os comandos de greve das universidades estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM) e do Oeste do Paraná (Unioeste), em greve desde setembro do ano passado. De acordo com o governo, a decisão é resultado da quebra de um compromisso firmado entre o secretário e os grevistas, que tinham assumido que não haveriam mais manifestações pública. "Eles não cumpriram a palavra. Sinto-me indignado com essa atitude", afirmou Wahrhaftig. Na última terça-feira (15), em fax enviado diretamente ao secretário, o comando de greve havia assegurado que a manifestação não ocorreria, desde a reunião de negociação, marcada para quarta-feira (16), fosse mantida. Ontem, o comando de greve das três universidades estaduais, com atividades paralisadas há 124 dias, não atendeu ao pedido de trégua do Governo do Estado e partiu para o ataque, realizando uma manifestação nas ruas de Curitiba, entre os manifestantes estavam professores, funcionários e alunos das instituições. Wahrhaftig afirmou ainda que a greve não é um movimento sindical. "Com a quebra do compromisso, fica claro que o movimento é político-partidário, com forte apoio das municipalidades onde estão localizadas as universidades e que são do PT e PDT, partidos de oposição ao governo", afirmou o secretário. O presidente do Sinteoeste (Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos em Ensino Superior do Oeste do Paraná), Luiz Fernando Reis, declarou à imprensa que a manifestação ocorreria de qualquer maneira porque, segundo ele, não haveria tempo para desmarcá-la. Para o secretário, essa declaração indica que a manifestação nunca foi cancelada. "Isso somente demonstra que são pessoas sem compromisso." O governo alega que, de setembro a dezembro de 2001, foram repassados às três universidades estaduais um total de R$ 88 milhões para o pagamento de professores e funcionários. Na tarde de hoje, os grevistas participarão de uma assembléias para votar pelo término ou não da paralisação. As três universidades juntas são responsáveis por mais de 32 mil alunos. (Folha OnLine)
Como a causa foi ganha em primeira instância, a universidade informou, por intermédio do professor Marcelo Campos, que recorrerá da decisão. Marcelo estudava no campos da Barra da Tijuca. O comentário na sala de aula foi feito pela professora Sylvia Capanema, de economia política. Na época, o rapaz disse que ficou constrangido com a situação, já que a professora, além de falar na frente dos seus amigos, acusou-o injustamente de usar droga. Foi aberto um inquérito na 16 DP (Barra da Tijuca), que estava arquivado. No entanto, segundo informou ontem o advogado do estudante, Alexandre Ciambarella, ele será desarquivado. "A intenção é também processar criminalmente a faculdade. Na área cível já ganhamos na primeira instância. O que a professora fez foi um ato irresponsável. Vamos recorrer também do valor da sentença", disse o advogado, que na ação pediu mil salários-mínimos (R$ 180 mil) de indenização. A Universidade Estácio de Sá informou que o inquérito aberto na própria instituição para investigar o caso foi arquivado por falta de provas. "No nosso inquérito nada ficou provado. Eles pediram mil salários mínimos e só conseguiram 50. Vamos aguardar", disse Marcelo Campos. (O Globo) |
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