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A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) acaba de criar o Programa Mobilidade Estudantil. Durante um ano, os universitários podem estudar em estabelecimentos diferentes daqueles em que prestaram vestibular. Leia mais:
O governador Geraldo Alckmin anuncia hoje (18/03) a construção do câmpus da Universidade de São Paulo (USP) no Parque Ecológico do Tietê, zona leste da capital. Somente a primeira fase do projeto vai custar R$ 40 milhões e fica pronta em 2004. Leia mais:
A Associação
Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino
Superior (Andifes) acaba de criar o Programa Mobilidade Estudantil. O
projeto oferece aos universitários a oportunidade de estudar, por
um ano, em estabelecimentos diferentes daquele onde prestaram vestibular.
(Último Segundo - 18/03/03)
O governador Geraldo Alckmin anuncia hoje a construção do câmpus da Universidade de São Paulo (USP) no Parque Ecológico do Tietê, zona leste da capital. O Estado teve acesso exclusivo ao projeto que será apresentado pelo governo. A nova USP terá dez prédios com salas de aula, um auditório e um centro esportivo. O módulo inicial - que abrigará mil alunos e custará cerca de R$ 40 milhões - ficará pronto no ano que vem. O dinheiro para a obra deve vir do governo do Estado, que já destinou até agora R$ 5 milhões ao projeto. Além disso, Alckmin pretende construir um acesso direto da Rodovia Ayrton Senna para o novo câmpus. Hoje, é preciso passar por um via localizada dentro do parque para chegar ao bairro Jardim Keralux, onde ficará a USP. Uma linha de metrô, chegando até o Aeroporto de Cumbica - ainda em estudo pelo Estado -, também está prevista no projeto. Segundo o arquiteto responsável, Sylvio Sawaya, o câmpus comportará no futuro 20 mil estudantes. A partir da semana que vem, a comissão especial de professores da USP, que formatou o câmpus da zona leste, começará a ouvir alunos do ensino médio para avaliar quais cursos podem ser criados. "Além de querermos inovar, o estatuto da universidade não permite dois cursos iguais num mesmo município", explica a presidente da comissão, Myriam Krasilchik. A intenção é que, inicialmente, existam cinco cursos na nova unidade, chamada de Escola de Ciências, Humanidades e Artes (ECHA). Cada um deles deve ter 200 vagas, sendo 100 em cada período (vespertino e noturno). Segundo Myriam, os professores que trabalharão no câmpus serão estimulados a desenvolver projetos de pesquisa sobre a região. O primeiro módulo, de acordo com o arquiteto, será um prédio de estrutura metálica e concreto, com um pátio interno. "Ele foi concebido para ser montado em, no máximo, seis meses", diz Sawaya. O projeto prevê ainda um auditório, pensado para, além do papel pedagógico, ser utilizado pela comunidade local. "Será o maior teatro da zona leste, com 1.500 lugares", diz Sawaya. Outra área não restrita aos alunos será o complexo esportivo, a cerca de um quilômetro do local onde estarão os prédios. A área total construída será de 400 mil metros quadrados. Além da zona leste, a USP deve ter em breve uma unidade no Vale do Paraíba. As negociações com o Estado para que a Faculdade de Engenharia Química de Lorena (Faenquil) seja anexada pela instituição estão em fase final. A faculdade oferece hoje cursos de Engenharia Química, Bioquímica, de Materiais e Industrial Química e tem cerca de 1.300 alunos. (O Estado de S. Paulo - 18/03/03)
A Universidade de São Paulo poderá ter em breve um novo campus, desta vez no Vale do Paraíba. Encontra-se em fase de detalhamento o projeto de transferência, para a Universidade, da Faculdade de Engenharia Química de Lorena (Faenquil), a 180 quilômetros da Capital, conforme o governador Geraldo Alckmin citou em São José dos Campos, durante encontro com prefeitos e lideranças políticas da região na semana passada. Ainda não há uma data prevista para a conclusão do projeto, mas o reitor da USP Adolpho José Melfi espera que seja 'o mais rápido possível'. 'Se a transferência vier a se concretizar, a interação com a USP deverá propiciar uma grande expansão naquela unidade de ensino.' (Último Segundo - 18/03/03) As aulas da Uerj ainda não começaram, o prazo para pedir isenção da taxa do vestibular foi adiado e as inscrições para o primeiro exame de qualificação do concurso Estadual 2004, que começariam hoje, estão suspensas por tempo indeterminado. A greve de professores e funcionários, que começou dia 10 de janeiro, paralisou para valer a universidade. Movimento mesmo só nas assembléias dos servidores, que reivindicam receber o 13 salário e outros vencimentos atrasados, e dos estudantes, que não param de ligar para a Uerj em busca de notícias sobre as datas do calendário. Os aprovados no vestibular 2003, por exemplo, estão com medo de perder a matrícula. (O Globo - 18/03/03) Os reitores de universidades
da América Latina e do Caribe também estão mobilizados
pela paz. Eles assinaram um manifesto pacifista, ressaltando o multilateralismo,
a soberania da Organização das Nações Unidas
e a importância do uso do conhecimento técnico-científico
para a Paz. O documento, aprovado no México, dia 4 de março,
foi publicado na íntegra em um dos jornais de maior expressão
daquele país, o 'El Universal'. (Último Segundo - 17/03/03) |
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