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A partir desta segunda-feira (21), estarão abertas as inscrições para o processo seletivo de universitários interessados em ingressar no (FIES) Financiamento Estudantil, do Ministério da Educação. Leia mais:
Um acordo dos ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT) e da Educação (MEC) deve encerrar a disputa entre ações do próprio governo no setor de pós-graduação. Uma comissão irá promover mudanças para racionalizar a aplicação de recursos públicos e criar um plano nacional para a área, que já conta com um atraso de pelo menos dez anos. Leia mais:
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A partir desta segunda-feira (21), estarão abertas as inscrições para o processo seletivo de universitários interessados em ingressar no Programa de Financiamento Estudantil - FIES, do Ministério da Educação. (Último Segundo – 18/07/03)
Um acordo dos ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT) e da Educação (MEC) deve encerrar a disputa entre ações do próprio governo no setor de pós-graduação. Uma comissão irá promover mudanças para racionalizar a aplicação de recursos públicos e criar um plano nacional para a área, que já conta com um atraso de pelo menos dez anos. Uma comissão estudará os problemas do setor. O grupo é dirigido pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). O primeiro, ligado ao MCT, desenvolve trabalhos relacionados à pesquisa. A Capes, do MEC, faz atividades voltadas à qualificação de professores do ensino superior e à área acadêmica, além de autorizar e fomentar a criação de pós-graduação e avaliá-los. Uma das tarefas da comissão será identificar os setores que recebem recursos de ambas as entidades. No próximo encontro do grupo, no dia 24, será discutida a criação de um plano para melhorar a distribuição de financiamentos. Assim, a Capes e o CNPq, que têm atuações independentes, trabalhariam em conjunto para formação de especialistas em genética, por exemplo. O projeto piloto deve ser entregue em setembro. Outro objetivo é delinear o plano nacional de pós-graduação. O projeto seria a diretriz para a abertura de novos cursos, a avaliação dos existentes e a distribuição de recursos destinados a bolsas, laboratórios e compra de materiais. O projeto também pode destacar áreas de prioridade, como a biotecnologia ou a tecnologia relacionada à informática. A discussão pode levar de dois a três anos, e outras entidades deverão fazer parte dela, como fundações, sindicatos e instituições de ensino. O texto, para ser implementado, deve ser aprovado pelo Conselho Nacional de Educação. O novo plano pode tratar de temas como a desigualdade na distribuição de investimentos -até 2001, mais de 50% dos recursos do CNPq, por exemplo, foram destinados ao Sudeste. Na opinião de Isaac Roitman, diretor da Capes, o sistema de incentivo à pós-graduação está defasado. Nos últimos dez anos, houve um aumento de 2.600 cursos de pós-graduação, mas o número de concessão de bolsas permaneceu estagnado. "Durante os anos 80, cerca de 70% dos pós-graduandos eram bolsistas. Hoje, esse número não chega aos 30%." Atualmente, há cerca de 110 mil pessoas fazendo mestrado ou doutorado. As bolsas não são reajustadas desde 1995. (Folha de S. Paulo – 18/07/03)
Existem dois processos distintos para a seleção dos bolsistas da Capes e do CNPq. Um se destina às pessoas que pretendem estudar em instituições de ensino no Brasil. Já o outro é voltado aos estudantes que querem cursar uma pós-graduação no exterior. Todas as instituições de ensino que possuem cursos de pós-graduação têm direito a uma determinada cota de bolsas das instituições do governo. O número de benefícios varia conforme a qualidade de cada curso. Essa avaliação é realizada pela Capes, e são privilegiadas as pós-graduações que apresentam melhor desempenho. Uma vez estabelecida a cota de bolsas que a instituição de ensino receberá, ela passa a ter autonomia para criar o seu próprio processo seletivo. A partir daí, cabe ao candidato procurar a faculdade de seu interesse para se candidatar ao benefício. O anúncio da seleção deve ser publicado pela universidade em um edital. Os estudantes têm o direito a receber esclarecimentos sobre as regras de inscrição, as datas do processo e os critérios que serão utilizados no julgamento. Exterior No caso de bolsas
para cursos no exterior, o candidato deve se inscrever pela internet,
no site da Capes.
O cadastramento poderá ser realizado a partir de setembro. O passo seguinte será passar por uma banca de especialistas e uma entrevista. As instituições possuem um banco de consultores cadastrados, que farão a entrevista de acordo com a especialização desejada. Por exemplo, se a pessoa quiser fazer especialização em cirurgia plástica, será entrevistada por um especialista nessa área. O consultor pode avaliar, entre outras coisas, se o curso pretendido existe no Brasil. Caso haja uma pós-graduação similar no país, o candidato é dispensado. Essa avaliação é feita em Brasília, e o candidato deve bancar as despesas de transporte e de estadia. O processo dura apenas um dia, com hora agendada. (Folha de S. Paulo – 18/07/03)
A Fuvest divulgou nesta quinta-feira o locais de prova da primeira fase do exame de transferência para a Universidade de São Paulo. (Último Segundo – 17/07/03) |
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