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A disputa pelo cargo de reitor da Universidade de Brasília (UnB) virou uma avalanche de acusações. A eleição, que está marcada para hoje e amanhã, teve uma das denúncias transformada em pedido de investigação, feito pelo procurador Luís Francisco de Souza à Polícia Federal. Leia mais
Os servidores das universidades federais do Rio Grande do Sul fazem nesta terça-feira (19/06) uma paralisação de 24 horas. O protesto é contra a falta de reajuste salarial, congelado há sete anos. A categoria reivindica 74,85% de aumento. Leia mais
A disputa pelo cargo de reitor da Universidade de Brasília (UnB) virou uma "guerra", com acusações de má administração que chegaram ao Ministério Público Federal. A eleição está marcada para hoje e amanhã. Um dos casos foi transformado em um pedido de investigação, feito pelo procurador Luís Francisco de Souza à Polícia Federal. O Ministério Público Federal acusa a universidade de fazer pagamentos irregulares a alguns funcionários que prestaram serviços a empresas fora da UnB. Segundo o pedido do procurador à PF, três funcionários da UnB receberam comissões -entre R$ 1.300 e R$ 1.700- para prepararem um concurso público para a Infraero. O contrato foi feito entre a empresa e a Finatec (Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos), uma fundação privada, sem fins lucrativos, ligada à UnB. Foi a fundação que pagou os funcionários. No ofício enviado pelo procurador à PF, ele diz que os funcionários não poderiam receber comissões extras por trabalharem para a UnB, que foi a contratada. Como a UnB não poderia fazer o pagamento, diz o procurador, a fundação foi usada para isso. Outra acusação foi levantada por um dos candidatos à reitoria -Volney Garrafa, do departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências da Saúde. "A UnB mantém 22 contas bancárias irregulares, inclusive uma no exterior, isso é completamente irregular", afirma o professor. Além da chapa
liderada pelo atual reitor, Lauro Mohry, e da encabeçada por Volney
Garrafa, da oposição, está no páreo Antônio
Nepomuceno, diretor licenciado da Faculdade de Teologia. A Universidade de
Brasília não vê irregularidade no pagamento de comissões
aos seus funcionários. "Há uma discussão jurídica
sobre se funcionários públicos podem atuar fora de seu trabalho",
diz Timothy Mulholland, vice-reitor licenciado e candidato a vice. (Folha de S. Paulo)
Os servidores administrativos das universidades federais do Rio Grande do Sul fazem nesta terça-feira uma paralisação por 24 horas. O protesto é contra a falta de reajuste salarial, congelado há sete anos. A categoria reivindica 74,85% de aumento. Os servidores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre, farão assembléia às 9h30 para discutir a possibilidade de uma greve. Na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), região central do estado, a mobilização deverá ter início por volta das 8h. (Terra) |
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