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A Escola de Economia da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo inaugurou ontem (18/08) o curso de graduação de economia, que funcionará em período integral, com turma de 50 alunos por ano. Leia mais:
No próximo dia 28, o ministro Cristovam Buarque (Educação) deve receber, das mãos de uma comissão criada especificamente para isso, as novas regras do sistema de avaliação do ensino superior brasileiro - incluindo o provão. As mudanças começam a valer a partir de 2004. Leia mais:
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A Escola de Economia da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo inaugurou ontem o curso de graduação de economia, que funcionará em período integral, com turma de 50 alunos por ano. As inscrições para o vestibular do curso, que começa no primeiro semestre de 2004, estão abertas e vão até 10 de outubro. Segundo Yoshiaki Nakano, diretor da escola, todo o material didático a ser usado é inédito. Outra novidade é que, no último ano, os alunos poderão cumprir disciplinas em outras escolas da FGV. (Folha de S. Paulo – 19/08/03)
No próximo dia 28, o ministro Cristovam Buarque (Educação) deve receber, das mãos de uma comissão criada especificamente para isso, as novas regras do sistema de avaliação do ensino superior brasileiro - incluindo o provão. As mudanças começam a valer a partir de 2004. "Manteremos a avaliação de uma maneira ainda mais rígida, mais profunda e transparente", afirmou ontem o ministro. Segundo ele, a análise das universidades tem de incorporar mais a instituição e não ficar concentrada no aluno; precisa avaliar o produto do estudante depois de formado; e tem de incluir atividades oferecidas pela universidade, das quais os alunos participam, e que não dizem respeito só à profissão específica, como projetos de alfabetização de adultos. Ele esteve em São Paulo ontem para proferir palestra na UniFMU (Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas) e disse não ter medo de que a reforma da Previdência afaste os futuros professores das universidades públicas por causa da extinção de benefícios como a aposentadoria integral. "Queremos quem pense nos 35 anos de trabalho, e não na aposentadoria." Buarque afirmou acreditar que haverá, sim, uma corrida por aposentadorias por parte dos professores em idade próxima à de se aposentar. "Aí a gente tem de substituir quem sai ou dar incentivo para que, depois de aposentados, eles continuem a ensinar." (Folha de S. Paulo – 19/08/03)
A greve na USP (Universidade de São Paulo) de Ribeirão Preto (314 km a norte de São Paulo), deflagrada na sexta-feira (15) passada em protesto contra a reforma da Previdência, chegou ontem ao segundo dia efetivo de paralisação com críticas de alunos e dúvidas em relação à real adesão. (Folha Online – 19/08/03)
Parte dos cerca de 400 docentes da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Araraquara (273 km a noroeste de São Paulo) entraram ontem em greve parcial por tempo indeterminado, contra a reforma da Previdência. (Folha Online – 19/08/03) A volta às aulas na Universidade de Brasília está comprometida. Em assembléia, durante a manhã de ontem, professores e funcionários decidiram pela continuidade da greve. Entretanto, a Reitoria manteve o calendário e preferiu esperar a adesão de professores e alunos ao movimento antes de prejudicar a continuidade do semestre. Cerca de 170 professores estiveram presentes na reunião que optou pela paralisação. Foram 114 votos a favor e 27 contra. Aprovada por menos de 11% dos docente da universidade, a decisão de manutenção da greve afeta um total de 1600 professores e 26 mil alunos. Para os líderes do movimento grevista, o número de presentes durante a última assembléia foi uma vitória. Segundo eles, a adesão de professores aumentou com o reinício das aulas. Às vésperas do recesso, a greve de professores e servidores contra a Reforma da previdência (PEC 40) foi aprovada por apenas 69 presentes. A paralisação dura mais de 40 dias e não tem previsão de acabar. Enquanto isso, os grevistas se reunirão semanalmente para decidirem os caminhos do movimento. Por enquanto, a Reitoria mantém a continuidade das aulas. De acordo com o decano de ensino e graduação, Ivan Camargo, a paralisação é uma decisão sindical, não acadêmica. (Jornal do Brasil – 19/08/03) |
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