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O Ministério da Educação (MEC) voltou a investigar a denúncia de emissão de diplomas falsos aos professores da rede municipal de ensino. De acordo com a Secretaria Nacional de Ensino Superior (Sesu), as investigações do realizadas pelo governo anterior não foram satisfatória. Leia mais:
A Justiça determinou ontem (18/09) a intervenção na Fundação Cultural de Belo Horizonte (Fundac), entidade mantenedora do Centro Universitário de Belo Horizonte (UNI-BH), por haver suspeitas de irregularidades na administração. Leia mais:
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O MEC (Ministério da Educação) voltou a investigar, neste ano, a denúncia de emissão de diplomas falsos aos professores da rede municipal de ensino. (Folha Online – 18/09/03)
A Justiça determinou ontem a intervenção na Fundação Cultural de Belo Horizonte (Fundac), entidade mantenedora do Centro Universitário de Belo Horizonte (UNI-BH), por haver suspeitas de irregularidades na administração. A decisão partiu da 6ª Vara Cível, atendendo parecer do Ministério Público. De acordo com o procurador de Justiça Tomáz de Aquino, do Centro de Apoio Operacional do Terceiro Setor (CAO), desde a morte do antigo reitor, professor Ney Soares, a fundação apresenta problemas administrativos. Por se tratar de uma fundação, segundo ele, o Ministério Público já vinha acompanhando as investigações. O pedido de intervenção partiu inicialmente dos advogados da viúva do professor Ney, Maria Lúcia Soares, que antes era a investigada, através de uma ação civil pública. Na defesa dela, começamos a levantar uma série de irregularidades. A Promotoria Pública de Fundações chegou à conclusão da necessidade de uma intervenção judicial e entrou com a medida judicial, afastando todo o conselho curador e nomeando como interventora a administradora de empresas Kátia Godinho, informou a advogada Míriam Pereira Esteves de Souza. Entre as irregularidades detectadas no UNI-BH, conforme a advogada, estão nomeações e recebimentos de benefícios, extinção de departamentos que vão contra o estatuto da universidade, além de desvio de finalidade de recursos. Outras irregularidades devem ser investigadas, segundo ela, no decorrer do processo instaurado pela Justiça. A promotora Valma Leite da Cunha está à frente do caso. A assessoria de imprensa do UNI-BH informou que o atual reitor, professor Francisco Mercêdo Moreira, somente irá se manifestar após se reunir com os promotores de Justiça. O UNI-BH é reconhecido pela experiência de quase 40 anos na formação de seus alunos. Com uma infra-estrutura multicampi, oferece à comunidade acadêmica acesso a vários recursos tecnológicos. São quatro campi. A unidade Diamantina, na Rua Diamantina, no Bairro Lagoinha, oferece nove cursos de graduação. No Bairro Estoril, mais dez. No Lourdes funciona a Escola de Direito. Recentemente foi inaugurada a unidade Nova Floresta, onde são mais 13 cursos. A faculdade foi fundada em 10 de março de 1964, como Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (Fafi-BH). Eram oferecidos quatro cursos. Por mais de 35 anos, a Fafi funcionou apenas no prédio da Lagoinha. Em fevereiro de 1999, com a nova Lei de Diretrizes e Bases, a Fafi-BH foi credenciada como Centro Universitário. (Hoje em Dia – 19/09/03) |
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