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Uma parceria para atuação conjunta foi formalizada pelos ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia. O objetivo é reavaliar todo o sistema de pós-graduação do País e preparar o 4º Plano Nacional de Pós-Graduação, que deveria ter sido feito em 1996. Leia mais:
Nesta quinta-feira (22/05) a Unicamp e o Grupo Santander-Banespa assinam acordo visando o patrocínio das atividades das cátedras que a Unicamp passará a ter na Universidade de Buenos Aires (UBA), na Argentina, e em universidades de excelência na Espanha. Leia mais:
Uma parceria para
atuação conjunta foi formalizada pelos ministérios
da Educação e da Ciência e Tecnologia. O objetivo
dos ministros Cristovam Buarque e Roberto Amaral é reavaliar todo
o sistema de pós-graduação do País e preparar
o 4º Plano Nacional de Pós-Graduação, que deveria
ter sido feito em 1996. (Último Segundo - 22/05/03)
A Unicamp e o Grupo
Santander-Banespa assinam nesta quinta-feira acordo visando o patrocínio
das atividades das cátedras que a Unicamp passará a ter
na Universidade de Buenos Aires (UBA) e em outras universidades de excelência
da Espanha. O programa também prevê o funcionamento de cátedras
da UBA e das universidades espanholas na Unicamp, cujos nomes serão
anunciados na próxima semana. (Último Segundo - 22/05/03)
Afirmação foi feita a rádio pelo psiquiatra Içami Tiba durante o caso Suzane Richtofen Suzane von Richthofen, de 21 anos, matou os pais no ano passado, com a ajuda do namorado, Daniel, e do irmão dele, Christian. O crime está sendo julgado, mas dele nasceu uma briga curiosa que corre no Judiciário. O conhecido psiquiatra Içami Tiba está sendo processado nas esferas criminal e cível pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo. O motivo? Ao analisar o que teria levado Suzane - que estudava direito na PUC - a matar os pais, ele afirmou: "A PUC é um antro de maconha." As afirmações do psiquiatra foram feitas em entrevista, ao vivo, concedida à Rádio Eldorado em 9 de setembro. Naquele dia, a polícia anunciara que Suzane era a autora do crime, ao lado do namorado e do irmão. A jovem admitira, ainda, que fumava maconha com o namorado. Médico, escritor com 14 livros publicados sobre adolescência, sexualidade, educação, entre outros temas, Tiba foi entrevistado para comentar o que levaria uma jovem rica, bonita, que estudava na PUC, a matar os pais. Aí é que começa a briga. Num primeiro trecho, o médico declarou: "A PUC tem uma ideologia de favorecer o uso da maconha. A PUC é um antro de maconha. Os alunos que vão lá já sabem disso, não é? Até os corredores têm os fumódromos, os bares em volta. Fumam maconha sob os olhos grossos da própria diretoria da PUC. Então, todo mundo sabe: quem vai para a PUC pode fumar maconha lá dentro, que não lhe acontece nada." Na parte final da entrevista, outra afirmação polêmica: "Acontece que lá (PUC) é um núcleo inteligente. Então, começam também a defender, começam a combater como se fosse assim: a maconha é menos mau (sic) que o álcool, menos mau que o cigarro. E aí ficam fazendo apologia ao menos mal." Defesa - A PUC entrou com dois processos contra Tiba: um de indenização por danos morais, que está na 19.ª Vara Cível Central, e uma queixa-crime por difamação que corre na 20.ª Vara Criminal Central. Na ação de indenização, Tiba já entregou sua contestação, por meio do advogado Ernesto Freire. Quanto à criminal, nem ele nem o advogado sabiam de sua existência. Mas o juiz Klaus Marouelli Arroyo, da 20.ª Vara Criminal, já mandou intimar o médico para que apresente defesa. No processo criminal, a PUC, representada pelo escritório do advogado Fernando Castelo Branco, diz que Tiba "atassalhou (caluniou), de forma gratuita e imotivada, a honra objetiva" da universidade. O advogado cita nomes de ilustres "puqueanos": o deputado federal José Eduardo Martins Cardozo, o ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, e o presidente do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo, Sérgio Augusto Nigro Conceição. Esses exemplos são uma prova de que a universidade não pode ser um "antro de maconha." A PUC arrolou ainda testemunhas de peso: o diretor da Faculdade de Direito e ex-presidente do TJ, Dirceu de Mello, e o desembargador Antônio Carlos Malheiros. Tiba disse ao Estado que só seu advogado poderia falar sobre os processos. O advogado explicou que a linha da defesa será a de provar que Tiba não falou nenhuma mentira. "Apresentamos documentos na ação de indenização, que são artigos de revistas e jornais da faculdade em que os próprios alunos confirmam o consumo de maconha na universidade", disse. "Não houve o ânimo de difamar ou ofender a honra de ninguém." (O Estado de S. Paulo - 22/05/03)
Segundo estudantes,
a universidade coíbe, mas alguns CAs se tornaram reduto do fumo
Os centros, segundo alunos de quatro cursos ouvidos pela reportagem, se converteram há algum tempo em um dos espaços preferidos pelos alunos que usam maconha. Em 2001, houve até uma democrática tentativa de decidir pelo uso ou não da droga no CA de Jornalismo. A idéia foi da gestão do centro que organizou o "plebiscito da maconha" - com urna e tudo. O que se pretendia era expulsar, pelo voto, os estudantes que usavam a pequena sala como um espaço destinado exclusivamente para fumar um "baseado". A consulta acabou cancelada, porque a idéia chegou à imprensa e à reitoria. O mesmo CA já havia sido fechado nos anos 90 pela polícia por suspeita de ser ponto de tráfico. Foi por essas e outras que a PUC ganhou o estigma de ser um local onde o uso da maconha é relativamente disseminado e: sutilmente tolerado. Procurada pela reportagem, a reitoria informou que não se manifestaria sobre o assunto. Pressão - Segundo os alunos, se algum agente de área (uma espécie de bedel) flagra alguém com um cigarro de maconha, pede que o apague. Este ano, uma nova equipe de seguranças (vestidos sempre de terno escuro e gravata) passou a reforçar esses pedidos. A novidade, porém, não parece ter intimidado quem já estava acostumado a fumar nas escadarias, nas salas vazias ou num jardim chamado de Largo da Cruz. "Agora está rolando uma certa pressão para não ficar tão escancarado. É proibido (o consumo), mas está aí", resume um aluno do 2.º ano do Jornalismo. A predileção pelos CAs se explica: ali, agentes e seguranças só podem entrar se os alunos permitirem. Quando, na versão de um aluno de Direito, a pressão da reitoria começou a aumentar ainda em meados dos anos 90, alguns centros se transformaram num refúgio ideal. "Se tem uma gestão que é mais elástica nesse sentido, eles não tomam uma atitude de coibir. Antes sempre tinha gente fumando aqui (no CA) ou então sempre tinha aquele cheiro", diz Helena Falconi, de 22 anos, quintanista de Direito. "A mim incomodava. Eu não vinha. Ia ficar com a roupa fedendo a maconha?" Agora, nos centros mais "elásticos", segundo alguns estudantes, maconha só mesmo depois de um determinado horário, para não incomodar os que não usam a droga. (O Estado de S. Paulo - 22/05/03)
O Centro Universitário de Brasília (Uniceub) será a primeira instituição privada de ensino superior a assinar convênio com o Ministério da Educação (MEC) para participação no projeto Brasil Alfabetizado. Com o Diretório Central dos Estudantes (DCE), a universidade selecionará alunos que trabalharão como alfabetizadores de adultos. Todos receberão do DCE bolsas de estudo como forma de pagamento. Com base no acordo formalizado ontem, os custos do programa estarão basicamente restritos aos cofres do Uniceub. O MEC não precisará pagar pela capacitação e nem pelo trabalho dos alfabetizadores. O convênio foi discutido desde o início do ano, quando representantes do movimento estudantil procuraram a reitoria da universidade para, em parceria, elaborarem um projeto. A proposta foi apresentada ao MEC no fim do segundo mês do governo Luiz Inácio Lula da Silva, o que garantiu que a universidade fosse a primeira instituição privada a assinar o acordo. Cem estudantes do Uniceub estão atualmente em processo de capacitação para começarem a alfabetizar a partir do segundo semestre deste ano. Os primeiros alunos serão os funcionários de limpeza e segurança da própria faculdade. A meta inicial é ajudar na alfabetização dos cem mil analfabetos que moram em Brasília. Mas, segundo o reitor da universidade, Getúlio Américo Moreira Lopes, o Uniceub se comprometerá a levar o projeto para as cidades do entorno da capital, onde há mais 200 mil analfabetos. (Jornal do Brasil - 22/05/03) |
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