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Ranking divulgado pelo jornal Financial Times tira o MBA da Escola de Administração de Harvard do primeiro lugar e inclui duas universidades européias entre as sete melhores. Leia mais.
Pela primeira vez a Escola Harvard de Administração de Empresas perdeu o primeiro posto no ranking do "Financial Times" sobre os programas internacionais de MBA (mestrado em administração de empresas) que estará sendo divulgado nesta segunda-feira (22). A mais prestigiosa escola de administração de empresas do mundo foi superada pela Escola Wharton, da Universidade da Pennsylvania, que conquistou a primeira posição devido às suas fortes capacidades de pesquisa e à diversidade internacional de seus estudantes. A Insead, da França, tornou-se a mais bem posicionada das escolas européias dessa especialidade, chegando ao sétimo posto. Sediada em Fointanebleau, nas cercanias de Paris, ela superou a Escola de Administração de Empresas de Londres, que agora está em oitavo lugar. As duas escolas européias romperam o bloqueio das sete instituições norte-americanas que ocupavam o topo da lista, todas ligadas a universidades famosas por sua pesquisa, e derrubaram a Escola Kellogg, da Universidade Northwestern, perto de Chicago, para o nono posto, quando conquistaram a sétima e a oitava posições. Os graduados das maiores escolas norte-americanas de administração de empresas continuam a conquistar os melhores salários do mercado. O egresso médio do curso de MBA da Universidade Stanford em 1997 tem hoje 32 anos de idade e um salário de US$ 180.533 (cerca de R$ 350 mil) ao ano. Os graduados de Harvard naquele mesmo ano ganham em média US$ 173.338 (R$ 337 mil) e os da Universidade de Chicago têm salários anuais médios de US$ 169.753 (R$ 332 mil). O ranking MBA 2001 é a terceira compilação anual de programas internacionais de mestrado em administração de empresas conduzida pelo "Financial Times". O ranking avalia 100 instituições educacionais de todo o mundo com base em 20 critérios, incluindo os salários médios conquistados pelos formados, o progresso deles em suas carreiras, a diversidade do corpo docente e discente e as capacidades de pesquisa da instituição. As escolas norte-americanas dominam os rankings, com 51 entre as 100 melhores do mundo. Há 32 escolas européias na lista, 15 das quais localizadas no Reino Unido. Nove das escolas ficam no Canadá, duas na Austrália, duas na Ásia, três na América Central e do Sul e uma na Nova Zelândia (The New York Times) |
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