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O Ministro da Educação, Cristovam Buarque, acha que o ensino superior passa por desigualdade e exclusão. A afirmação foi feita hoje (23/06) na abertura da 2ª Conferência Mundial do Ensino Superior, na sede da Unesco (Organização Mundial das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), em Paris. Leia mais:
A Fundação Getúlio Vargas (FGV) lança, em 2005, seu primeiro curso de graduação em Direito. O Direito da FGV terá carga horária de 5.200 horas, acima da média das 3.500 horas dos cursos tradicionais, e terá um período de cinco anos. Leia mais:
O Ministro da Educação, Cristovam Buarque, abriu hoje a 2ª Conferência Mundial do Ensino Superior, que será realizada até o dia 25, na sede da Unesco (Organização Mundial das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), em Paris. O objetivo do evento é avaliar as mudanças ocorridas no ensino superior e fazer um balanço dos resultados obtidos na primeira reunião, realizada no mesmo local, em 1998. (Folha Online - 23/06/03)
A Fundação Getúlio Vargas lança em 2005 seu primeiro curso de graduação em Direito. A expectativa da escola é abrir seu vestibular já no ano que vem, com uma oferta de 50 vagas para período integral. O Direito da FGV terá carga horária de 5.200 horas, acima da média das 3.500 horas dos cursos tradicionais, em cinco anos de curso. A preços de hoje, a mensalidade seria de R$ 3 mil. O curso, que pretende ser um contraponto ao modelo tradicional de ensino hoje existente no Direito, já recebeu a recomendação da OAB-SP, da OAB nacional e dos inspetores do MEC. Segundo os coordenadores do curso, falta apenas o ministro da Educação, Cristovam Buarque, assinar a portaria para a criação do curso. Há três anos a Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Edesp) oferece cursos de mestrado e educação continuada. Uma equipe especial está criando material didático próprio, adaptado à grade curricular do novo curso de graduação, uma sinergia entre Administração, Economia (os cursos de graduação já existentes na FGV) e Direito. A tradicional grade do Direito está sendo desestruturada para seguir um modelo parecido com o de escolas, como Harvard, Columbia e Princeton. "Os alunos terão aulas dentro de outros cursos. Não será um curso guiado por códigos, mas pelos objetos do Direito", diz o coordenador do curso, Ary Oswaldo Mattos Filho. Segundo ele, a decisão de criar o curso nasceu da constatação, por meio de pesquisa, que existe em São Paulo uma demanda por profissionais que ainda não é atendida, principalmente na área de elaboração de negócios. Em razão dessa falta de profissionais com formação mais ampla, a proposta do Direito da FGV é incluir no currículo, por exemplo, as áreas de finanças, contabilidade, microeconomia, macroeconomia, meio ambiente e informática. A FGV-Edesp tem em mira o aluno que, após a graduação, procura um mestrado no exterior. A proposta é oferecer, já na graduação, toda a atualização profissional disponível, evitando que o aluno tenha de estudar fora do País para se qualificar. (O Estado de S. Paulo - 26/06/03)
A Suprema Corte dos Estados Unidos aprovou hoje regras para admissão em universidade, que inclui a facilidade de admissão de estudantes negros nas instituições de ensino superior do país. O objetivo é acabar com a desigualdade racial existente nos EUA. (Folha Online - 23/06/03) |
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