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Universitários que participam do PET (Programa Especial de Treinamento) estão sem receber a bolsa-auxílio desde julho. Os jovens desenvolvem projetos de pesquisa e extensão em universidades públicas. O pagamento é de responsabilidade do Ministério da Educação. Leia mais.
Cerca de 500 dos 3.579
universitários bolsistas do Programa Especial de Treinamento do
Ministério da Educação (MEC) que estão sem
receber desde julho, protestaram ontem na frente do ministério
e do Congresso. Cada um tem direito à bolsa mensal de R$ 241,51,
por desenvolver projetos de pesquisa e extensão em universidades
públicas. A Secretaria de Educação Superior do MEC
informou que os recursos estão previstos no Orçamento, mas
ainda não foram liberados. (O Estado de S. Paulo)
A decisão anunciada
pelo Ministério da Educação (MEC) de reformular o
chamado Projeto Especial de Treinamento, PET - voltado para o desenvolvimento
de pesquisa científica em grupo por parte de estudantes universitários
- tem provocado polêmicas entre membros da comunidade científica
brasileira. Alguns professores mais pessimistas temem que essas novas
regras levem à extinção em definitivo do programa,
o que consideram um profundo baque no apoio ao desenvolvimento tecnológico
do País. De acordo com informações
da assessoria do ministério, o programa foi implementado com o
objetivo de estimular a atividade de tutores dentro das universidades
ao longo do tempo, o que não aconteceu passados 21 anos de atuação.
Os tutores, no entanto, contestam essa opinião. "Se forem
multiplicados os 314 grupos de pesquisa atualmente vinculados ao programa
pelo número de alunos das graduações ao qual estes
grupos estão inseridos, a média é de 120 mil universitários
atendidos e não apenas os 3.579 divulgados pelo governo",
diz Danhoni. (Gazeta Mercantil) |
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