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O Ministério da Educação oficializou 13 cursos de graduação, sendo cinco deles em São Paulo, três no Paraná, dois em Minas Gerais, um no Rio Grande do Norte e outro no Rio de Janeiro. Leia mais
Alunos de diversos cursos da UEL (Universidade Estadual de Londrina), no Paraná, organizam uma carreata no campus nesta quinta-feira (24/01). Eles pedem o fim da greve dos professores e funcionários, que já dura mais de quatro meses. Leia mais
O Ministério da Educação oficializou 13 cursos de graduação, sendo cinco deles em São Paulo, três no Paraná, dois em Minas Gerais, um no Rio Grande do Norte e outro no Rio de Janeiro. A Universidade Anhembi-Morumbi teve os cursos de dança e de teatro reconhecidos. O Centro Universitário Fieo, de Osasco, teve reconhecido o curso de educação infantil, do departamento de pedagogia, enquanto que as universidades Cruzeiro do Sul e São Judas Tadeu obtiveram a oficialização do curso de fisioterapia. No Paraná, foram reconhecidos os cursos de turismo e marketing da Universidade Tuiuti, em Curitiba. O curso de design de moda e de produto da instituição também foi reconhecido, mas apenas para efeito de registro e diploma dos alunos que o concluíram até o segundo semestre do ano passado. Em Minas Gerais, o reconhecimento foi dado aos cursos de engenharia e de história da Faculdade de Agronomia e Zootecnia de Uberaba e da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Sete Lagoas. A Faculdade Arthur Sá Earp Neto, no Rio de Janeiro, teve o curso de nutrição reconhecido. O único reconhecimento dado a uma instituição pública foi para o curso de música da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte). As informações são da Agência PontoEDU (UOL)
Alunos de diversos cursos da UEL (Universidade Estadual de Londrina), no Paraná, estão organizando uma carreata no campus nesta quinta-feira, às 11h. Eles pedem o fim da greve dos professores e funcionários, que já dura mais de quatro meses. Os grevistas pedem um reajuste de 30% nos salários. O governo diz que o aumento não pode ser concedido por causa da Lei de Responsabilidade Fiscal, pela qual os estados podem gastar até 60% da receita com folha de pagamento. O secretário de Ensino Superior, Ramiro Wahrhaftig, afirma que o limite já foi alcançado no Paraná. (Folha OnLine) |
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