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Com 20.450 estudantes mobilizados para ações sociais em quase mil municípios do País, nos últimos sete anos, a Universidade Solidária trabalha agora para formar uma rede nacional de informações on-line sobre projetos e atividades, unindo alunos, comunidades, professores, universidades, empresas e demais parceiros via Internet. Leia mais:
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), lançou ontem (23/03) a pedra fundamental para a construção de um novo campus da USP (Universidade de São Paulo), na zona leste da capital paulista. Leia mais:
Com 20.450 estudantes mobilizados para ações sociais em quase mil municípios do País, nos últimos sete anos, a Universidade Solidária trabalha agora para formar uma rede nacional de informações on-line sobre projetos e atividades, unindo alunos, comunidades, professores, universidades, empresas e demais parceiros via internet. Para isso, a UniSol firma hoje uma parceria com a Agência Estado, que garantirá infra-estrutura para operação do site da organização e permitirá o desenvolvimento de novos recursos de navegação e interatividade. Com a parceria, a UniSol passa a oferecer e-mail gratuito (@unisol.org.br) aos voluntários, parceiros e comunidades atendidas. Nas próximas semanas será lançado também o Discador UniSol, que permitirá acesso grátis à internet, usando como base o sistema do Discador Estadão. O site e os meios de conexão são peças estratégicas na nova fase da organização. "Vamos ganhar velocidade e eficiência na relação com os parceiros, na coleta de dados e no acompanhamento das equipes em campo", diz Elisabeth Vargas, coordenadora nacional da UniSol. "Com a Agência Estado, a UniSol ganha maior capacidade de informação, divulgação e extensão", afirma Ruth Cardoso, idealizadora da Universidade Solidária e dos programas da Comunidade Solidária. Na nova estrutura, a UniSol começa a aprimorar seu Diário de Bordo, permitindo que equipes de alunos e professores espalhados por todo o Brasil enviem relatórios diários de suas atividades, trocando experiências entre si e com coordenadores nas universidades. A Universidade Solidária está mobilizando, neste ano, 4.500 estudantes de 191 instituições de ensino superior para projetos em comunidades de 260 municípios brasileiros. Com um site mais dinâmico e atrativo, expondo seus projetos e atividades, a organização também ganha maior visibilidade e facilita a integração de patrocinadores comprometidos com ações sociais envolvendo jovens. O diretor da Agência Estado, Rodrigo Mesquita, vê na formação de redes como a da Universidade Solidária um exemplo de uso social das novas tecnologias de informação e comunicação, ainda muito concentradas em ambientes corporativos. "Estamos criando comunidades e, no caso da UniSol, trata-se de milhares de universitários unidos pela solidariedade e o compromisso de melhorar o Brasil, que podem assim se mobilizar de forma mais rápida, com melhores resultados", afirma. "Este grupo poderá se articular cada vez mais via internet, e seu trabalho será acompanhado a cada momento pela sociedade." A parceria une, pela primeira vez, uma organização de "tecnologia social" sem paralelo - a metodologia da UniSol é tida como referência - e uma empresa de perfil único na América do Sul, com expertise nas áreas de informação e desenvolvimento de redes e comunidades. "Fico entusiasmada com a ampliação de possibilidades através desta cooperação com a Agência Estado", diz Ruth Cardoso. Segundo ela, o apoio tecnológico da AE chega num momento em que os programas sociais criados durante o governo Fernando Henrique consolidam sua autonomia. "Agora temos de completar nosso esforço em busca de mais profissionalismo, mantendo o custo baixo com eficiência, pautados no resultado e na avaliação", afirma. Para ela, a parceria "dá projeção e acrescenta qualidade técnica" ao trabalho da UniSol. "Espero que isso se alastre para os outros programas." Apesar de implementados pela então primeira-dama da República e de terem contado com equipamentos e funcionários públicos cedidos, programas como Alfabetização Solidária, Artesanato Solidário, Capacitação Solidária e outros sempre tinham como meta a autonomia, conforme Ruth. "Nunca foram programas 'do governo', porque sua inovação está justamente no fato de operarem com parcerias entre governo, empresas e sociedade civil." Ainda durante o governo FHC, a criadora do Comunidade Solidária começou a preparar a transformação dos diversos programas em ONGs juridicamente autônomas, cada uma como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), para dar continuidade aos trabalhos. "Não podemos parar só porque o governo saiu dos programas", diz Ruth Cardoso. A Universidade Solidária é hoje a OSCIP UniSol, e o antigo Conselho da Comunidade Solidária deu lugar à Comunitas, "que tem o papel de manter o conjunto de programas e idéias comuns". A mudança levou cada programa a assumir uma identidade mais forte e a qualidade da comunicação com a sociedade ganhou maior importância. (O Estado de S. Paulo - 24/03/03)
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), lançou ontem a pedra fundamental para a construção de um novo campus da USP (Universidade de São Paulo), na zona leste da capital paulista. De acordo com o governador, o novo campus deverá começar a funcionar em 2004. Na primeira etapa, oferecerá mil vagas aos estudantes. Os cursos, segundo Alckmin, serão definidos após consulta à população da região. O campus terá 40 mil metros quadrados de área construída, numa área total de 1,250 milhão de metros quadrados. (Folha de S. Paulo - 24/03/03) A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) concluiu na semana passada a consulta prévia à comunidade universitária, primeira etapa da eleição para reitor no período 2003-2007. De 17 a 20 de março, os eleitores foram às urnas para demonstrar o quanto são favoráveis à eleição do único candidato inscrito ? Ulysses Fagundes Neto, 58 anos, professor titular do Departamento de Pediatria e atual vice-reitor da universidade. (Último Segundo - 24/03/03)
A Intel, líder mundial no segmento de processadores, fez a doação para a criação de um centro de tecnologia para o departamento CIn (Centro de Informática) da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Fazem parte do centro, um laboratório destinado a criar um currículo em cima da arquitetura IXA (internet exchange architeture), em que diversas instituições acadêmicas do mundo inteiro já fazem parte. O segundo terá como foco de estudo o WCN - Wireless Competence Network. Além da UFPE, também a USP e Unesp/Bauru já possuem centros doados pela fabricante de processadores, o Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Escola Politécnica e o Laboratório de Tecnologia da Informação Aplicada do Laboratório Didático do Departamento de Computação, respectivamente. A doação para a UFPE inclui 19 computadores Pentium 4, 15 placas de processadores IXP 1200, 1 servidor dual processado, 1 switch, 1 roteador, PDA?s e softwares para criação de aplicativos. Fora isso, a Intel disponibilizou todo o suporte tanto nacional quanto internacional se necessário. O laboratório foi batizado de Prof. Márcia de Barros Correa, em homenagem à professora de mesmo nome que iniciou o curso de computação na universidade pernambucana, contou com a presença de vários outros integrantes do corpo docente da instituição, do Pró-Reitor Roberto Coutinho e executivos da Intel. Segundo Carlos Kokron, diretor geral da Intel, a empresa não sabe o quanto foi investido na infra-estrutura do laboratório, porém acredita no impacto gerado pelo resultado obtido. Já Ruy Castro, gerente de programas de educação da Intel, a estratégia tem como principal objetivo auxiliar as instituições nas pesquisas de sistemas distribuídos, de missão crítica e de mobilidade. O gerente do WCN, Américo Tomé, frisou que a Intel pretende com esse gesto acelerar cada vez mais a adoção da tecnologia wireless no país. (Universiabrasil.Net - 24/03/03) |
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