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Por conta da lei 3.588, sancionada pelo governador Anthony Garotinho, os calouros da UERJ e da UENF serão incentivados a participar da Semana de Doação de Sangue, em vez de aderir ao trote tradicional. A iniciativa já existe em outras instituições do Rio, como a UFRJ e a Unigranrio. Leia mais
O mercado da moda está crescendo no Brasil. Até 1997 ainda não existia nenhum curso de nível superior no país. Hoje, segundo dados oficiais do MEC (Ministério da Educação) existem 14 faculdades oferecendo graduação em moda, estilismo e modelagem. Leia mais
Os trotes das universidades estaduais vão ser de tirar o sangue a partir do próximo ano. Mas não tem nada de violento nessa história. Por conta da lei 3.588, elaborada pelo deputado Wolney Trindade e sancionada este mês pelo governador Anthony Garotinho, os calouros da Uerj e da Uenf serão incentivados a participar da Semana de Doação de Sangue, sempre no mês de março, em vez de aderir aos trotes barra pesada. Pela lei, a participação tanto de calouros como de veteranos não é obrigatória, é claro. A iniciativa, que é bacana, já existe em instituições do Rio, inclusive na própria Uerj. - O 31 Dia Uerj de Doação de Sangue será em agosto. A lei vai ajudar a mobilizar os estudantes e a faculdade deve fazer um trabalho para conscientizar os alunos da necessidade de ajudar a salvar vidas - diz Liany Bonilla, professora da faculdade de Enfermagem da Uerj e uma das responsáveis pelo projeto, criado em 1988. Na UFRJ, os veteranos também incentivam os calouros a doar sangue para o Hospital Universitário, no Fundão. E mesmo sendo uma universidade particular, é de lei os alunos de farmácia da Unigranrio realizarem o evento Calouro Sangue Bom. O trote solidário, criado há três anos, conta com o apoio do Hospital da Aeronáutica, do Campo dos Afonsos, que manda uma equipe à faculdade, em Duque de Caxias, para coletar o sangue dos voluntários. - Trote vexatório não tem mais graça. Nosso projeto inclui a conscientização dos calouros, que continuam doando sangue como veteranos. Recolhemos mais de 200 bolsas de sangue por campanha - diz Alexandro Andrade, presidente do Diretório Acadêmico de Farmácia da Unigranrio. Organizar uma campanha de doação de sangue na faculdade não é nenhuma sangria desatada. O Hospital da Aeronáutica, por exemplo, agenda visitas pelo telefone 3369-9859. No HemoRio, que abastece cerca de 120 hospitais do Rio, as informações são pelo telefone 2242-6080, ramal 2255. - Precisamos de 700 bolsas de sangue por mês. Estamos à disposição de quem quer ajudar - diz o tenente-médico da Aeronáutica Carlos Henrique Hossmann. (O Globo)
Moda se aprende na escola? Até 14 anos atrás, pelo menos no Brasil, não. Naquela época quem se interessasse por moda e não tivesse meios para estudar no exterior, teria de se contentar com alguns cursos de corte e costura e um ou outro técnico como desenhista de moda, modelista ou ainda estamparia. Mas nada com a abrangência e profundidade de uma faculdade. Hoje surgem escolas de moda em todo o país e as profissões relacionadas à área atraem multidões de jovens, de todas as classes sociais. Os números oficiais do Ministério da Educação e Cultura (MEC), relativos a 1999, registraram a existência de 14 faculdades oferecendo graduação em moda (desenho e tecnologia), estilismo e modelagem, predominantemente nas regiões Sul e Sudeste do País, com uma oferta de 1.367 vagas, em aproximadamente 23 cursos. Por trás desse súbito interesse está a indústria de confecção e produtos têxteis, que ao procurar ampliar seu espaço na economia global, demanda cada vez mais profissionais preparados para um mercado exigente e competitivo. De acordo com Vera Pavão, diretora-adjunta da Faculdade Senac, "o setor de moda pode ser considerado o segundo que mais emprega hoje no Brasil, se incluirmos serviços como tinturaria e vendas". Por outro lado, atrativos como o glamour do chamado mundo fashion ampliam a procura por esses cursos. As escolas existentes hoje no Brasil seguem um conteúdo programático básico, mas oferecem abordagens diferentes. Nas três mais importantes é possível perceber as diferenças. Primeira faculdade de moda do país, a Santa Marcelina, em São Paulo, tem seu foco na formação de estilistas e seu processo criativo. De suas salas de aula saiu, entre outros, o talentoso Icarius, que hoje trabalha com sucesso em Paris. Caminho similar trilha o curso do Senac, em São Paulo, que também enfatiza a modelagem. As duas diferem da também paulistana Anhembi-Morumbi, que dá destaque ao marketing e à visão para os negócios. Esta é pioneira na introdução do ensino de moda à distância, oferecendo cursos de extensão e pós-graduação pela internet. A Anhembi-Morumbi iniciou ainda o trabalho de edição de livros sobre o tema, lançando recentemente a coletânea "Fragmentos do Vestir Contemporâneo" e acaba de firmar parceria com a Berg Publishers para publicar no Brasil - o primeiro número será lançado em agosto - a revista "Fashion Theory-The Journal of Dress", Body & Culture, um dos mais importantes títulos do mundo em pesquisa acadêmica na área de moda. Com a duração de quatro anos - exceto o do Senac que pode ser concluído em três, os cursos formam profissionais habilitados a trabalhar basicamente como estilistas, modelistas, coordenadores de moda e especialistas em marketing e atividades correlatas. Todos incluem disciplinas teóricas e práticas, que variam entre História da Moda, História da Arte, Desenho, Modelagem, Produção e Marketing, entre outras. "O principal pré-requisito é saber desenhar", ressalta Raquel Valente, coordenadora dos cursos de graduação e pós-graduação da Santa Marcelina. Embora procuradas por jovens de diversas classes sociais, as faculdades de moda não são das mais acessíveis. As mensalidades nas mais renomadas estão na faixa dos R$ 600. Mas Kathia Castilho, coordenadora do curso de Moda e Comunicação On Line, da Universidade Anhembi-Morumbi alerta que "além da mensalidade, para fazer os trabalhos solicitados no curso os alunos precisam investir em materiais como tecidos e tintas". Mas, algumas escolas já oferecem bolsas de estudos, inclusive vinculando o benefício à produção de pesquisa acadêmica. (Valor)
O Departamento de Análises Clínicas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP (Universidade de São Paulo) está com inscrições abertas até dia 26 (quinta-feira) para o curso de especialização em análises clínicas, que começa no dia 11 de agosto e tem duração de um ano. O curso pretende qualificar profissionais que atuem em laboratórios clínicos, indústrias e áreas afins, oferece 30 vagas e tem aulas aos sábados, das 8 às 18 h. Os interessados devem se inscrever na FCF, que fica na avenida Prof. Lineu Prestes, 580, Bloco 17, Cidade Universitária, São Paulo. A taxa de inscrição é de R$ 30 e as mensalidades são de R$ 500. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0/xx/11/3818-3666/3640 ou e-mail pelo e-mail lferolla@usp.br. (Folha OnLine) |
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