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O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico (CNPq) aumentou em 10% o número de bolsas de iniciação científica concedidas pelo órgão neste semestre. A seleção para esses benefícios começa em agosto. Leia mais:
O governo recebeu, em apenas dois dias, 26.702 inscrições para o Fies (Financiamento ao Estudante de Ensino Superior), que oferecerá 70 mil vagas neste semestre. As inscrições podem ser efetuadas até o dia 22 de agosto pela Internet. Leia mais:
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O CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico) aumentou em 10% o número de bolsas de iniciação científica concedidas pelo órgão neste semestre. A seleção para esses benefícios começa em agosto. Hoje já são concedidas cerca de 13 mil bolsas de R$ 241,51 --o valor não é corrigido desde 1995. (Folha Online – 24/07/03)
Em apenas dois dias, o governo recebeu 26.702 inscrições para o Fies (Financiamento ao Estudante de Ensino Superior), que oferecerá 70 mil vagas neste semestre. As inscrições podem ser feitas até o dia 22 de agosto pela internet (http://fies.caixa.gov.br). A grande procura por
informações e inscrição no site da Caixa Econômica
Federal sobrecarregou o sistema, que permite até 6.000 acessos
simultâneos. A página chegou a ficar fora do ar. (Folha de S. Paulo – 24/07/03)
Em breve desaparecerá, aquele atleta que pratica judô há anos, chegou à faixa preta e começou a dar aulas numa academia sem ter feito faculdade. Com a regulamentação da área de educação física, em 98, todos os que trabalham com exercícios físicos deverão ser formados. Os que já atuam no mercado deverão passar por um curso de adaptação. Com a regulamentação e o aumento da preocupação com a forma física, a procura por esses profissionais vem crescendo. Mas, além das academias de ginástica, há outros locais em que o formado na área pode trabalhar. Toda atividade que envolve exercícios físicos pode ser executada por um profissional de educação física. É ele quem orienta, por exemplo, alguém que foi aconselhado pelo médico a fazer exercícios como parte do tratamento para problemas do coração. Esse profissional definirá o tipo de atividade ideal, a periodicidade e a intensidade. Para isso, durante a faculdade, mais do que jogar bola, o estudante terá uma sólida formação teórica. As atividades práticas nas aulas servem apenas para que o aluno saiba como a natação pode, por exemplo, ajudar uma pessoa que precisa emagrecer. "O aluno não aprenderá a jogar futebol, e sim como ensinar uma criança a jogar ou como treinar uma equipe de futebol. Não é preciso conseguir arremessar uma bola, mas é preciso saber ensinar a arremessar", diz Umberto Cesar Corrêa, coordenador do bacharelado em educação física da USP. Mesmo depois de concluído o curso, a prática de exercícios o dia inteiro pode não ser uma realidade. Se for para uma academia, o profissional, além ministrar a aula, terá antes de planejá-la, levando em conta as necessidades de seus alunos e suas características, como idade e condicionamento. "O estudante de educação física não aprende apenas a reproduzir alguns movimentos, mas os fundamentos para que possa criar novos", disse Ismael Forte Freitas Júnior, chefe do Departamento de Educação Física da Unesp de Presidente Prudente. Uma área nova, que não requer muito suor do profissional, é o marketing esportivo (nessa área, cabe ao profissional, por exemplo, definir estratégias de patrocínio em um clube). É possível atuar também na organização de competições e na administração de clubes. A atividade mais tradicional é a docência em escolas do ensino infantil ao médio. O estudante da licenciatura terá de cursar, além das matérias comuns ao bacharelado, outras relacionadas à pedagogia. Pode-se também trabalhar com lazer. "Em um hotel ou em clubes, o bacharel pode orientar atividades recreativas adequadas para o público em questão", disse Paulo Cesar Montagner, coordenador da graduação da Unicamp. (Folha de S. Paulo – 24/07/03)
A maior parte dos estudantes já deve ter pensado em como conseguir uma atividade remunerada ou em como dar os primeiros passos na carreira durante a graduação. Mas é provável que muitos deles não tenham imaginado que a oportunidade pode estar na própria universidade. (Folha Online – 24/07/03)
Qual a relação entre um atendente de biblioteca e um estudante de odontologia? Nenhuma? Foi o que pensou Ricardo Tanaka, 26, estudante de odontologia da USP. Apesar disso, ele decidiu concorrer a um estágio na biblioteca da faculdade, onde ficou por dois anos e ganhou cerca de R$ 500 mensais por 20 horas de trabalho semanais. (Folha Online – 24/07/03) |
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