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Nesta Sexta-feira (28/03) a Sala da Congregação da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e a área de convivência da instituição serão reabertas. Esses são os primeiros resultados do Projeto de Restauro e Modernização da FMUSP. Leia mais:
A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e o Ministério da Educação estão em conflito sobre a forma de repasse dos gastos das universidades. Segundo a Andifes as universidades federais deixaram de receber do MEC R$ 48 milhões este ano. Leia mais:
A histórica Sala da Congregação da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e a área de convivência da instituição serão reabertas na sexta-feira. São os primeiros resultados do Projeto de Restauro e Modernização da FMUSP. Todas as estruturas e os revestimentos da Sala da Congregação foram restaurados. Foi nessa sala que, em 1934, houve a cerimônia que criou a USP e deu posse a seu primeiro reitor, o professor Reynaldo Porchat. O novo centro de convivência de alunos, professores e funcionários abrigará o Centro Acadêmico Oswaldo Cruz, restaurantes, lanchonete, lojas e salas técnicas. Há dois anos, a área foi atingida por um incêndio. As obras de reforma e restauração dos dois ambientes custaram R$ 3,2 milhões - R$ 200 mil para a Sala da Congregação e R$ 3 milhões para o centro de convivência. "Os recursos foram doados pela classe empresarial, por ex-alunos e pais de alunos da faculdade", lembra Angelita Habr-Gama, presidente da comissão de restauro. Quem quiser contribuir para o projeto da FMUSP pode solicitar informações pelo e-mail: projetos@ffm.br. (O Estado de S. Paulo - 26/03/03)
A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e o Ministério da Educação estão em conflito sobre a forma de repasse dos gastos das universidades. A Andifes sustenta que as universidades federais deixaram de receber do MEC R$ 48 milhões este ano. A quantia, de acordo com a instituição, junta-se a outros R$ 13 milhões, referentes às previsões de orçamento de 2002. O MEC nega a existência da dívida. A Andifes afirma ainda que o atraso sistemático é a principal causa da crise que universidades enfrentam atualmente. Muitas das instituições, informou, enfrentaram ameaças de cortes de água e energia. As divergências começaram depois da edição do decreto presidencial 4.591, que altera a forma de pagamento. Com a mudança, o dinheiro é liberado semanalmente, desde que haja a comprovação de que a despesa foi realizada. Partindo desse raciocínio, afirma o sub-secretário de planejamento de orçamento do MEC, Paulo Rocha, todos os gastos registrados até o dia 20 de março foram pagos. "Não há mais o pagamento mensal, como quer a Andifes. E isso é determinado por decreto." Rocha afirma que com a alteração as universidades não ficam com dinheiro parado em caixa. Segundo ele, no início do ano havia R$ 100 milhões nos cofres das universidades. Em março, tinha R$ 10 milhões. "Não faz sentido o dinheiro ficar lá sem ser usado. O ministério tem outros programas para atender", afirmou. (O Estado de S. Paulo - 26/03/03)
Os estudantes beneficiados pelo Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) poderão ter o prazo para quitação de seus débitos estendido. É o que estabelece o Projeto de Lei apresentado pelo deputado Pompeo de Mattos (PDT) no dia 19 de fevereiro. O projeto estabelece que o saldo devedor apurado após o pagamento dos 12 primeiros meses seja parcelado em período equivalente a uma vez e meia vezes o tempo de permanência do estudante na condição de financiado. Segundo o deputado, o alongamento do prazo e a redução do valor das prestações permitirá ao aluno se estabelecer profissionalmente e arcar com as obrigações do Fies. (Folha de S. Paulo - 26/03/03)
Cerca de 90% dos alunos da primeira turma de graduados do Curso Normal Superior com Mídias Interativas, oferecido pela Universidade Eletrônica do Brasil, são professores da rede municipal de ensino de Curitiba (PR). Em números, são 274 dos 304 formandos, reflexo de um programa da prefeitura para atender a Lei de Diretrizes e Bases (LDB), que exige que todos os professores da rede tenham formação em nível superior até 2007. (Último Segundo - 25/03/03)
Mal começou o ano letivo e os 25 mil alunos da Universidade de Brasília podem ficar sem aula. Em assembléia marcada para amanhã, às 9h30, os professores da UnB decidem se apóiam os indicativos de greve caso o projeto de lei nº 9, que cria a Previdência Complementar para o funcionalismo público, não seja retirado da pauta do Congresso. De acordo com o presidente da Associação dos Docentes da UnB, a tendência dos professores é seguir a decisão tomada pelos demais funcionários das instituições de ensino superior públicas. Segundo o presidente da Andes, Luís Carlos Lucas, das 14 universidades que fizeram assembléias para decidir sobre uma suposta paralisação 13 aceitaram a proposta. Em reunião com o ministro da Previdência Social, Ricardo Berzoini, ontem à tarde, Luís Carlos não conseguiu uma garantia de exclusão do projeto da reforma previdenciária. Caso os professores decidam pela greve, os alunos podem sair prejudicados com outra paralisação. Formando em Economia, o aluno Thiago Neves Pereira pretende fazer mestrado e a alteração no calendário seria um balde de água fria. Mesmo para quem não está se formando é péssimo. Os que trabalham ficam mais de um ano sem férias porque os períodos de folga da UnB não coincidem, disse Leonardo Bursztyn, formando em Economia. Quem acabou de entrar na UnB também não gostou da notícia. Tenho a sensação de que perdi um pouco do esforço que fiz para passar no fim do ano - reclamou Diego Alcântara, calouro de Geologia. (Jornal do Brasil - 26/03/03) |
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