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As instituições federais de ensino superior (ifes) receberam do Ministério da Educação (MEC) R$ 68,8 milhões dos mais de R$ 117 milhões previstos em lei orçamentária, referentes aos duodécimos de janeiro, março e fevereiro. Leia mais:
Os funcionários da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) entraram em greve por tempo indeterminado. Eles querem reposição salarial de 16,42% neste mês. Leia mais:
As instituições federais de ensino superior (ifes) receberam do Ministério da Educação (MEC), até a última sexta-feira (21/03), R$ 68,8 milhões dos mais de R$ 117 milhões previstos em lei orçamentária, referentes aos duodécimos de janeiro, março e fevereiro. Essa dívida de R$ 48 milhões junta-se aos R$ 13 milhões, parte dos recursos financeiros de 2002, que as universidades também não receberam. Segundo informações divulgadas pela assessoria de imprensa da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), o déficit no repasse de recursos é a causa da crise financeira em que se encontram as universidades brasileiras. Até o dia 8 de fevereiro, as ifes tinham recebido apenas R$ 18 milhões, o que levou muitas instituições a enfrentarem ameaças de cortes de água e energia. De acordo com a Associação, o repasse de recursos semanalmente pelo ministério - conforme as regras do Decreto presidencial n.º 4.591, de 10 de fevereiro último - fere a autonomia constitucional de gestão financeira das universidades, além de gerar acúmulo de dívidas devido ao comprometimento dos recursos já empenhados pelas ifes com prestadores de serviço e fornecedores. O Decreto 4.594, por sua vez, limita os recursos que podem ser liquidados pelas ifes em valores bem abaixo das necessidades operacionais das instituições. A combinação dos dois decretos presidenciais, explica o informe da Andifes, resulta em um contingenciamento em torno de 40% da verba destinada ao custeio das universidades, prevista na lei orçamentária de 2003. (Agência PontoEdu - 26/03/03)
Os funcionários da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) entraram em greve por tempo indeterminado. A decisão foi tomada em assembléia ontem à tarde. Eles querem reposição salarial de 16,42% neste mês. A PUC oferece o reajuste em três parcelas ao longo do ano, em março, setembro e dezembro. Os índices variam em cada mês conforme a faixa salarial, mas no fim do ano o total de reajuste seria igual para todos. Segundo a associação dos funcionários, participaram da assembléia 300 dos 1.500 empregados. Teriam aprovado a paralisação 70% deles. As aulas não serão afetadas, mas serviços burocráticos, como obtenção de documentos na secretaria e realização de pagamentos podem deixar de funcionar. Os professores da PUC decidiram não parar as atividades. Eles vão propor à direção parcelamento do reajuste em duas vezes (março e setembro). (Folha de S. Paulo - 27/03/03) De um lado, oito ladrões armados. Do outro, um vigia com a missão de proteger, sozinho, um prédio de 13 andares. Apesar de ter trocado tiros com os bandidos, o vigia não conseguiu impedir que eles escapassem da tentativa de roubar as esquadrias de alumínio do imóvel do campus da UFRJ, na Ilha do Fundão. A ação, na noite de segunda-feira, aconteceu no 5º andar do Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva (Nesc), no anexo ao Hospital Universitário. No dia anterior, 34 janelas foram roubadas no local. O tiroteio ocorreu por volta das 22h. Revoltados, funcionários e alunos reclamam da insegurança no campus. Segundo Roberto Medronho, diretor do Nesc, mais de mil janelas foram levadas do prédio nos últimos quatro anos. Todos limites foram ultrapassados. Antes, eles roubavam as janelas da área desativada. Agora, estão atacando os andares já ocupados, reclamou Medronho. Segundo o diretor, as esquadrias de alumínio, construídas com material importado da França na década de 50, são revendidas para ferros-velhos. De acordo com levantamento da polícia, o material é vendido em favelas do Complexo da Maré por R$ 80 a unidade ou R$ 4,50 o quilo. Solicitamos providências urgentes. Trata-se não apenas de bens patrimoniais, mas de vidas humanas, alerta o diretor. Com passagens no terceiro e quinto andares para o Hospital Universitário, os acessos que ligam as unidades foram cercados com grades de ferro. A vigilância precária - os vigias federais trabalham desarmados e os privados são insuficientes - facilita a ação dos marginais. Na última sexta-feira, um menor de 12 anos caiu do 13º andar do hospital quando roubava alumínio. Por ironia, ele foi socorrido por médicos da unidade. As sucessivas promessas do Estado de aplicar um plano de segurança no campus, entre elas um polígono da Polícia Militar, segundo o reitor da UFRJ, Sérgio Fracalanzza, não foram formalizadas. Quando foi elaborado um projeto, houve a mudança de governo. Depois, não fomos mais atendidos - lamentou Fracalanzza. Diariamente circulam pelo campus cerca de 50 mil pessoas, que não sabem se voltarão para casa - completou Medronho. (Jornal do Brasil - 27/03/03)
O reitor da Universidade Domingo Sávio da Bolivia, Victor Pacheco, estará visitando a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) nos dias 27 e 28 de março para discutir o envio de estudantes de graduação da instituição boliviana para cumprir período de um a dois semestres letivos na universidade estadual. Ele também discutirá a oferta de cursos de pós-graduação na área de educação por professores da Udesc na instituição da Bolívia. Já no dia 4 abril visita a Udesc o diretor da Edufrance - agência francesa de cooperação internacional, Alain Auneveaux, acompanhado do diretor de relações internacional da Université de Poitiers. Eles ministrarão palestras sobre o funcionamento do ensino superior na França, as condições de acesso às universidades francesas e seu custo para o estudante brasileiro. O diretor de relações internacionais falará também sobre as bolsas de estudos na França, esclarecerá dúvidas de alunos de graduação e pós-graduação e de instituições de ensino interessadas em firmar convênios com as universidades francesas. (Agência PontoEdu - 26/03/03) |
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