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Uma verdadeira "luta" está sendo travada entre os donos de universidades e centros universitários. A disputa, que se tornou pública em anúncios de jornais, promove acusações de favorecimento no CNE (Conselho Nacional de Educação) e de expansão da rede sem garantir a qualidade do ensino. Leia mais:
Na semana passada, a Associação de Pais e Alunos das Escolas do Estado de São Paulo apresentou a Promotoria de Defesa do Consumidor um pedido para verificar um programa de financiamento privado para estudantes universitários carentes. Leia mais:
Donos de universidades e centros universitários estão travando uma disputa que se tornou pública em anúncios de jornais, com acusações de favorecimento no CNE (Conselho Nacional de Educação) e de expansão da rede sem garantir a qualidade do ensino. (Folha Online - 27/05/003)
A Associação de Pais e Alunos das Escolas do Estado de São Paulo apresentou na semana passada um pedido para a Promotoria de Defesa do Consumidor verificar um programa de financiamento privado para estudantes universitários carentes. (Folha Online - 27/05/03)
A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) iniciou ontem um processo de discussão para definir qual posição adotará na questão de cotas para estudantes negros e aqueles que se formaram na rede pública. (Folha Online - 27/05/03) Estudar na UFRJ, com a possibilidade de fazer disciplinas, por exemplo, na Federal de Pernambuco. Esse troca-troca entre as instituições federais será possível graças ao Programa de Mobilidade Estudantil, um convênio assinado por todos os membros da Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior). As faculdades do Rio pretendem botar o projeto em prática já no segundo semestre deste ano. O objetivo é facilitar o aprendizado. O aluno do Rio, por exemplo, pode ganhar culturalmente se fizer uma matéria em outra região do país ? diz Evaldo Vilela, presidente da Comissão de Desenvolvimento Acadêmico da Andifes e coordenador do programa. O troca-troca também é valido entre faculdades do mesmo estado. Dependendo da disciplina, poderá contar como crédito ou como matéria optativa. Durante o intercâmbio, o universitário pode continuar estudando na faculdade de origem. O intercâmbio pode durar dois períodos ou um ano. Evaldo, que é reitor da Universidade Federal de Viçosa, diz que não há limite de créditos a serem cursados. Mas, para participar do programa, o estudante não pode ter sido reprovado em mais de uma disciplina e já deve ter feito pelo menos um ano ou dois períodos na faculdade. Tudo dependerá do objetivo do aluno. Estamos incentivando o aperfeiçoamento ? diz Evaldo. No Rio, as universidades federais estão formando as equipes que cuidarão do programa de mobilidade. O reitor da UFF, Cícero Mauro Fialho Rodrigues, é um dos mais animados. Vai ser ótimo receber alunos de outros estados e das próprias universidades do Rio. A UFF se destaca em várias áreas e certamente vai atrair alunos de outras faculdades. Daqui a pouco vamos ter que selecionar os candidatos ? diz Cícero, que participou das reuniões de elaboração do programa. O intercâmbio, explica Evaldo, segue a Lei de Diretrizes e Bases da educação, que prevê uma formação diversificada para os estudantes: Se o aluno faz medicina na faculdade A, mas é a instituição B que desenvolve uma pesquisa na área de interesse dele, nada mais justo que ele se candidate a uma vaga nessa faculdade. (O Globo - 27/05/03) |
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