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A USP (Universidade de São Paulo) de São Carlos começará a construir um novo campus em 2002. O primeiro curso a ser implantado no local, que ainda não foi definido, é o de engenharia aeronáutica. O curso já constará no manual do candidato deste ano da Fuvest (Fundação Universitária Para o Vestibular). Leia mais
Começa domingo o exame para alunos de outras faculdades que querem se transferir para a Universidade de São Paulo (USP). Este é o segundo ano em que a instituição realiza a prova, que é feita pela Fuvest. São oferecidas 1.740 vagas em 116 cursos. Leia mais
A USP (Universidade de São Paulo) de São Carlos vai começar a construir um novo campus a partir de 2002. Os estudos para escolha da área que vai abrigar os prédios devem estar concluídos até o final deste ano. Uma comissão designada pela reitoria da USP visitou cinco terrenos. Um é o da fazenda Embaré, em São Carlos. Os demais são nas cidades de Descalvado, Ibaté, Brotas e Porto Ferreira. Nos cinco locais, as áreas variam de 60 a 100 hectares. O atual prédio da USP, localizado na região central de São Carlos, comporta 13 cursos. O espaço tem pouco mais de 30 hectares e é dividido por 4.326 alunos, 880 funcionários e 374 docentes. De acordo com um dos integrantes da comissão, Carlos Reynaldo Toledo Pimenta, 65, não há mais espaço para ampliação no atual campus da universidade. "A verticalização foi descartada, pois iria interferir na qualidade de vida no campus. Não haveria espaço suficiente para carros e os atuais restaurantes não comportariam o aumento na demanda", afirmou o professor. O principal critério para a escolha da área que vai abrigar o novo campus é o custo. "A principal característica para a escolha é que o terreno terá de ser doado", disse Pimenta. De acordo com a reitoria, o primeiro curso a ser implantado no local é o de engenharia aeronáutica. O curso, que já constará do manual do candidato de agosto deste ano da Fuvest (Fundação Universitária Para o Vestibular), terá de ser instalado provisoriamente no atual prédio a partir do ano que vem. Os 40 alunos vão ter de assistir as aulas nas classes de outras disciplinas já existentes. "As matérias básicas para as engenharias são as mesmas. Vai apertar um pouco, mas vamos ter de fazer dessa forma", disse Pimenta. A intenção é que o novo prédio fique pronto até final do ano de 2003. Somente após a escolha da área que vai abrigar o campus é que será elaborado o plano diretor, que definirá o quanto será necessário para as obras de infra-estrutura. A estimativa é que para comportar os laboratórios da engenharia aeronáutica seja necessário pelo menos 3.000 m² de estrutura física. (Folha OnLine)
Começa domingo o exame para alunos de outras faculdades que querem se transferir para a Universidade de São Paulo (USP). Este é o segundo ano em que a instituição realiza a prova, que é feita pela Fuvest. São oferecidas 1.740 vagas em 116 cursos. O baixo número de inscrições (7.491) desapontou os organizadores da prova. Houve cursos como o de letras-russo e o de geofísica que não tiveram nenhuma procura. Isso quer dizer que as 17 vagas de russo e as 24 de geofísica da USP continuarão ociosas por pelo menos mais um ano. O curso de licenciatura-física, período noturno, só teve cinco interessados para as suas 51 vagas. O exame será realizado em 13 escolas, sendo oito na capital e cinco no interior do Estado. Os portões serão abertos às 12 horas e a prova está marcada para as 12h30. Essa será a primeira etapa do exame de transferência e todos os candidatos farão provas de português e de inglês. Quem concorre a uma vaga em um curso de ciências exatas responderá também a questões de física e matemática. Em humanas, serão perguntas sobre cultura contemporânea; e a área de biológicas fará testes de genética e bioquímica. Na segunda fase, os selecionados farão provas específicas do curso na unidade onde deverão estudar. O curso mais procurado foi o do quinto semestre de direito, período matutino, com 158,5 candidatos por vaga. Em fisioterapia, a única vaga para o segundo semestre é disputada por 69 candidatos. As onze vagas de ciências médicas de Ribeirão Preto têm 485 pretendentes. Mais informações pelo telefone (0--11) 3818-3200. (O Estado de S. Paulo)
O vice-prefeito da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Luiz Carlos de Almeida, foi suspenso 15 dias do cargo de professor da Faculdade de Engenharia Civil. Ele também foi exonerado das funções de vice-presidente do campus e diretor do Escritório Técnico de Construção da universidade. A punição foi definida pela Comissão Processante Permanente e acatada pelo reitor Hermano Tavares. A sindicância
teve início após uma denúncia, feita em março
pelo Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU), de que a empresa de
Almeida, L. C. Almeida havia participado e vencido a licitação
pública para a reforma e ampliação da biblioteca
da Faculdade de Educação Física. O prédio
foi reformado em 1999, ao custo de R$ 90 mil, R$ 30 mil a mais que o previsto
no projeto. Segundo a assessoria de imprensa da reitoria, o caso foi tratado
como define o Estatuto da universidade, que prevê suspensão
de 3 a 30 dias para faltas consideradas graves. Ainda segundo a assessoria,
a exoneração do cargo de vice-prefeito foi solicitada pelo
próprio Almeida, e o nome do novo vice-prefeito será divulgado
hoje. (O Estado de S. Paulo) |
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