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Estaduais do RJ são contra a reserva de vagas As universidades estaduais do Rio de Janeiro vão contra a reserva de 50% das vagas para alunos da rede pública. As instituições alegam que esses alunos já ocupam um grande número de suas cadeiras e que, aprovando tal medida, o governo estaria ferindo a autonomia universitária. Leia mais. Matrícula na universidade sem concluir ensino médio Estudantes conseguem na Justiça o direito de matricular-se em faculdade,mesmo sem terminar o ensino médio, e abrem brecha para outras decisões semelhantes. Leia mais.
A Universidade do
Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e a Universidade Estadual do Norte Fluminense
são contra o projeto do Governo do estado que prevê a reserva
de 50% das vagas das universidades estaduais para alunos da sua rede pública.
Alegando que a proposta fere a autonomia universitária, que 42%
das vagas já são ocupadas por alunos da rede pública
e que a medida não implicaria a melhoria do ensino público,
a comissão interna da Uerj entregou, na semana passada, um relatório
à Comissão de Educação da Assembléia
Legislativa (Alerj), manifestando-se contra o projeto. Na Uenf - que também
deu parecer negativo - o número de alunos da rede pública
nos cursos fica em torno de 65%. (O Globo)
Cursando a 1ª
série e a 2ª série do ensino médio, as irmãs
Érika, de 15 anos, e Elisa Gomes de Almeida, de 16, foram autorizadas
a fazer o curso de direito da Universidade Estácio de Sá
por decisão unânime dos desembargadores da 11ª Câmara
Cível do Tribunal de Justiça. As duas não terminaram
o ensino médio e não poderiam se matricular na universidade.
Os desembargadores entenderam, no entanto, que a universidade não
exigiu o diploma na inscrição para o vestibular e que o
Ministério da Educação estende o prazo para a entrega
do documento, o que permitiria às duas estudantes cursarem direito,
ao mesmo tempo em que terminam o ensino médio. (O Globo) |
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