|
|||||||||||||||
|
Os funcionários da Pontíficia Universidade Católica de São Paulo completaram ontem (28/03) o segundo dia de greve. Eles reivindicam reposição de 16,42%, correspondente ao Índice de Custo de Vida. Leia mais:
O Centro de Solidariedade ao Trabalhador firmou parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) para a divulgação das vagas de emprego e estágio, além dos cursos de capacitação profissional oferecidos pelo centro. Leia mais:
Os funcionários da Pontíficia Universidade Católica de São Paulo completaram ontem o segundo dia de greve. A paralisação foi decidida anteontem em assembléia. Eles reivindicam reposição de 16,42%, correspondente ao Índice de Custo de Vida, medido pelo Dieese, entre março de 2002 e fevereiro de 2003. A reitoria aceitou pagar o índice, mas em três parcelas (em março, setembro e dezembro). A proposta foi rejeitada na assembléia conjunta de professores e funcionários. Os primeiros, porém, resolveram não aderir à greve e apresentar nova proposta. Eles querem que os 16,42% sejam pagos em duas parcelas, em março e setembro. As negociações continuarão hoje. (O Estado de S. Paulo - 28/03/03)
O Centro de Solidariedade ao Trabalhador, instituição mantida pela Força Sindical, firmou parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) para a divulgação das vagas de emprego e estágio, além dos cursos de capacitação profissional oferecidos pelo centro. A divulgação será feita nas emissoras do Núcleo de TV e Rádios Universitárias da Universidade (NTVRU). (Agência PontoEdu - 27/03/03)
A ministra da Assistência e Promoção Social Benedita da Silva assina hoje, às 19h30, no Instituto Mackenzie, um convênio de cooperação entre a universidade e o Ministério. (Último Segundo - 28/03/03) Mal começou o semestre letivo e a Universidade de Brasília (UnB) pode parar mais uma vez. Em assembléia realizada na manhã de ontem, os professores decidiram apoiar o indicativo de greve caso o projeto de lei número 9, que cria a Previdência Complementar para o funcionalismo público, não seja retirado da pauta de discussões do Congresso Nacional. O texto está na reforma da Previdência que o governo Lula pretende ver aprovada naquele parlamento. Entre os 1,4 mil professores da Universidade de Brasília, 69 compareceram ontem à assembléia, 3 votaram contra a proposta e um se absteve. Mas, de acordo com o presidente da Associação dos Docentes da UnB (AdUnB), Paulo Cesar Marques da Silva, o indicativo de greve foi aprovado por ampla maioria. Na próxima quarta-feira, os professores voltam a se reunir para discutir os principais pontos da reforma previdenciária proposta pelo governo federal. De acordo com Paulo Cresciulo, da Comissão Nacional de Mobilização do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), 17 universidades aprovaram o indicativo de greve entre as 52 instituições de ensino federais do país. Pela disposição das assembléias, se o governo colocar o PL 9 em votação a greve será inevitável, infelizmente, afirmou Cresciulo. Além dos professores da UnB, os da rede pública de ensino farão assembléia amanhã para decidir a pauta de negociações para este ano letivo. Estamos iniciando a campanha salarial deste ano. Na assembléia montaremos a nossa pauta de negociação, disse Maria Augusta Ribeiro, diretora do Sindicato dos Professores do Distrito Federal (SinproDF). De acordo com Augusta, não há indicativo de greve. Será realizada apenas uma primeira reunião da categoria. Hoje representantes do sindicato se reúnem com a secretária de Educação, Maristela Neves, para tratar das principais reivindicações dos professores da rede pública. (Jornal do Brasil - 28/03/03)
"Embora a proposta do sistema de cotas seja alvo de polêmicas há um bom tempo, após a implementação de uma experiência deste tipo por uma Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a polêmica ganhou contornos dramáticos, não raro de forma apaixonada; isso tem levantado mais dúvidas do que informações qualificadas, tal como a seriedade do tema requer", afirmam os deputados. O debate na Comissão,
segundo eles, "poderia trazer à luz a discussão sobre
o sistema de cotas de uma forma ponderada". Na relação
de debatedores proposta pelos deputados estão o ministro da Educação
Cristovam Buarque, a ministra da Secretaria da Igualdade Racial Matilde
Ribeiro, o ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos Nilmário
Miranda e representantes do movimento negro e do movimento de mulheres.
Agência PontoEDU |
|
|||||||||||||