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A Universidade Federal de Ouro Preto inaugura a primeira rádio educativa da região, no próximo dia 1º de junho, em cerimônia a ser realizada no Campus do Morro do Cruzeiro. O objetivo geral da rádio é atuar como instrumento de divulgação da cultura e promoção da cidadania, por isso suas atividades serão, prioritariamente, de esclarecimento dos ouvintes e de prestação de serviços. Leia mais
A Universidade Federal de Ouro Preto inaugura a primeira rádio educativa da região, no próximo dia 1º de junho, em cerimônia a ser realizada no Campus do Morro do Cruzeiro, com a presença do reitor Dirceu do Nascimento e do senador Francelino Pereira. A Rádio Ufop FM 106,3 terá, numa primeira etapa, programação variada, com destaque para a Música Popular Brasileira. Os programas tratarão de assuntos de cunho cultural, educativo e científico por meio de debates e entrevistas. O objetivo geral da rádio é atuar como instrumento de divulgação da cultura e promoção da cidadania, por isso suas atividades serão, prioritariamente, de esclarecimento dos ouvintes e de prestação de serviços. A programação da Rádio Ufop é definida pelo Conselho de Programação, com representantes da própria rádio, do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão(CEPE), Instituto de Filosofia Arte e Cultura(IFAC), Instituto de Ciências Humanas e Sociais(ICHS), Coordenadoria de Comunicação Social, Associação de Docentes da Universidade Federal de Ouro Preto(ADUFOP), Associação dos servidores da Universidade Federal de Ouro Preto(ASSUFOP) e Diretório Central dos Estudantes(DCE). (ABM News - 29/04/02)
A prefeitura pretende implantar parques públicos lineares em uma extensão de 50 metros em volta de córregos ainda não degradados. Além de áreas de lazer, os parques terão serviços públicos. "Vamos procurar mudar a paisagem desta cidade", afirma o secretário Ricardo Martucchi, que deixou o Departamento de Arquitetura da Faculdade de Engenharia da USP em São Carlos para comandar a pasta municipal de Habitação e Desenvolvimento Urbano. O último Plano Diretor de São Carlos foi feito em 1970. Mas, de acordo com Martucci, nunca saiu do papel e o desenvolvimento da cidade ficou atrelado às vontades da elite local, que, detentora de áreas no perímetro urbano, ditava o crescimento do município. As áreas públicas deixadas pelos loteamentos, por exemplo, não servem para instalação de órgãos públicos, tais como postos de saúde e escolas. Estão localizadas em brejos ou fundos de vales. A pesquisa entre a universidade e o município constatou que 35 mil dos 90 mil imóveis são terrenos desocupados. A distribuição de atendimento público fica prejudicada com o território fracionado, o que o Plano Diretor vai procurar corrigir. O trabalho faz pela primeira vez um levantamento de verticalização da cidade, que se transforma em um dos pólos de empresas que vendem alta tecnologia. O Plano Diretor vai dar destaque ao desenvolvimento sustentável proporcionado por esta atividade. "São Carlos situa-se numa região que passa por um desenvolvimento econômico e as propostas têm que ser analisadas por esse prisma para elaboração de um Plano Diretor que sirva para o futuro", afirmou o secretário. (Gazeta Mercantil - 29/04/02)
As instituições de ensino superior públicas e privadas têm até amanhã para responder ao Censo da Educação Superior. (Folha Online - 29/04/02) |
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