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O governo federal liberou R$ 44,9 milhões que estavam retidos do orçamento do Ministério da Ciência e Tecnologia. Segundo o ministro interino, Wanderley de Souza, o dinheiro será usado prioritariamente na expansão do programa de bolsas do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). Leia mais:
O nome do professor Aloísio Teixeira foi referendado ontem (29/05) para ocupar o cargo de reitor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), durante reunião em que o colégio eleitoral votou a lista tríplice que será encaminhada ao Ministério da Educação. Leia mais:
O governo federal liberou R$ 44,9 milhões que estavam retidos do orçamento do Ministério da Ciência e Tecnologia. Segundo o ministro interino, Wanderley de Souza, o dinheiro será usado primariamente na expansão do programa de bolsas do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). Souza afirmou ainda
que a verba liberada (descontingenciada) também será aplicada
num novo edital do Pronex (Programa de Núcleos de Excelência). O MCT tinha sido um dos ministérios com menos verbas contingenciadas neste ano: R$ 220 milhões. Em fevereiro, o governo federal cortou R$ 14,1 bilhões do Orçamento. Desse total, R$ 1 bilhão foi liberado nesta semana. A expansão das bolsas do CNPq, que tem agora R$ 488 milhões para gastar, é uma das principais metas do governo em Ciência e Tecnologia. Segundo o ministro Roberto Amaral (que está na Ucrânia para assinar um acordo de cooperação na área espacial), o ministério deve abrir 4.328 bolsas nos programas já existentes, assim como criar três novos programas, contemplados com mais 10.250 bolsas. Segundo Souza, a expansão média ficou em torno de 10%. Sobre o Pronex, Souza afirmou que o novo edital deverá contar com participação das FAPs (Fundações de Amparo à Pesquisa) dos Estados, o que atenderia à meta do ministério de descentralizar a produção científica. (Folha de S. Paulo - 30/05/03)
O nome do professor Aloísio Teixeira foi referendado hoje para ocupar o cargo de reitor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), durante reunião em que o colégio eleitoral votou a lista tríplice que será encaminhada ao Ministério da Educação. (Folha Online - 29/05/03)
Apesar de estarem nas salas de aula, os alunos temem que o recurso judicial protocolado pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE) no Tribunal de Justiça suspenda o curso novamente. O TJ avalia ainda nesta semana os argumentos do governo em defesa da legalidade do decreto, baixado no dia 14. Dos 37 alunos transferidos para outras universidades, 16 optaram pela Universidade de Londrina (UEL). Sete seriam transferidos para Cascavel (Unioeste), que também iniciou o ano letivo há três semanas. Outros 12 optaram pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), que inicia as aulas dia 30 de junho. (Agência Nota 10 - 30/05/03) |
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