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A USP (Universidade de São Paulo) oferecerá no vestibular de 2004 uma nova opção para os vestibulandos, o curso de Geonciências. Esse é o primeiro curso desse tipo no país. Serão oferecidas 40 vagas. Leia mais:
O Diretório Central dos Estudantes da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) entrou com recurso nesta semana no Conselho Universitário solicitando a revogação de portarias que proíbem a venda de bebidas alcoólicas e suspendem festas de grande porte no campus. Leia mais: |
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A USP oferecerá no vestibular 2004 uma nova opção para os vestibulandos. Foi criado pela instituição o curso de licenciatura em geociências e educação ambiental, ligado ao Instituto de Geociências. Esse é o primeiro curso desse tipo no país. Serão oferecidas 40 vagas. As aulas serão ministradas somente no período noturno. Diferentemente do curso de bacharelado em geologia, o de licenciatura em geociências e educação ambiental terá apenas quatro anos. Na grade curricular, ao lado das matérias específicas da área, constam disciplinas dos cursos de geografia, de letras e de jornalismo, além das da Faculdade de Educação. Um dos objetivos do curso é que o profissional tenha uma boa formação em língua portuguesa. As matérias de química, de física e de matemática terão sua carga horária reduzida no currículo do novo curso. De acordo com Uriel Duarte, chefe do Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental, o novo curso é destinado aos estudantes que queiram dar aulas no ensino médio, com enfoque, por exemplo, nos temas ambientais. Geralmente esses temas são tratados nas escolas por professores de geografia -que também têm formação voltada para a discussão de problemas sociais. O formado pelo curso de geociências e educação ambiental terá o ponto de vista mais fundamentado na natureza. (O Estado de S. Paulo – 31/07/03)
O Diretório Central dos Estudantes da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) entrou com recurso nesta semana no Conselho Universitário solicitando a revogação de portarias que proíbem a venda de bebidas alcoólicas e suspendem festas de grande porte no campus. A UFMG alega que o objetivo das portarias é reduzir a violência no campus, que estaria diretamente ligada ao consumo de álcool em encontros e festas estudantis. "Estamos tentando preservar a integridade física das pessoas", disse o chefe de gabinete da reitoria, Mauro Braga. Segundo Braga, há três semanas um segurança universitário foi espancado por um grupo que saía de festa na qual eram vendidas bebidas alcoólicas. "O problema estava se agravando." Já o DCE considerou a medida "arbitrária" por não levar em conta a posição de outros setores, como estudantes e funcionários. "Não é restringindo atividades que se resolve a questão da segurança no campus", disse a coordenadora Luana Bonone. Além de vetar a venda de álcool, as normas suspendem festas em espaços fora da universidade (que costumam reunir milhares de pessoas) por 60 dias, até uma comissão regulamentar a questão. Festas em unidades acadêmicas passam a depender de autorização e acompanhamento da direção responsável. O DCE tenta mobilizar alunos para um ato no próximo dia 13, com os temas "Lei seca é falso moralismo" e "Educação para combater o alcoolismo". (Folha de S. Paulo – 31/07/03) |
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