|
|||||||||||||||||||||
|
A letra já foi escolhida: ''Viemos aqui pedir paz / implorando por amor e união / chega de violência e fome / e um mundo sem habitação''. O apelo, feito por ex-meninos de rua, virou o tema de carnaval das crianças e adolescentes da Casa Maurício Klabin, no Grajaú, zona norte do Rio de Janeiro. Os jovens, que participam do programa A Caminho da Cidadania, se preparam para cantar o Samba da paz em sua própria folia, nesta quinta-feira (07/02), na rua Barão do Bom Retiro, onde fica a sede o projeto. Os meninos lembram na música dos problemas que, no cotidiano, preferem esquecer. A reintegração e a profissionalização dos 60 meninos e meninas do projeto, que inclui um bufê e um bazar. Ela é feita por meio das aulas de inglês, complementação escolar, artesanato e sexualidade, além de oficinas e passeios culturais. (As informações são do Jornal do Brasil)
Dos 16 aos 22 anos, Samuel Muniz roubou e sequestrou, tornando-se uma espécie de celebridade entre os temidos de Vila Aliança, em Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro. Depois de driblar a morte e cumprir sete anos de prisão, ele virou orgulho da favela pelas atividades destinadas às crianças e adolescentes da região que coordena. De bandido a herói, Muniz resolveu ajudar sua própria comunidade. Uma maneira de se redimir dos erros passados. Criou o Projeto.br, que tem oficinas de percussão, desenho, dança, futebol e capoeira. Inaugurado há quatro meses, com o apoio do Instituto Brasileiro de Inovação em Saúde Social (IBISS), o projeto já tem mais de 100 alunos, de idade entre oito e 16 anos. Número que cresce a cada dia e que faz cada vez menor a pequena sede, onde o ex-assaltante também vive com a mulher e a enteada. Para atrair ainda mais alunos, ele garante que não vai esconder a sua história. Ou melhor, histórias. Ele acha que assim pode atrair ainda mais participantes e mostrar que há outras maneiras de se viver dignamente. (As informações são do site No.)
Não é só pela educação que se tira um jovem do mundo do crime. Nem é apenas de tratamento médico que vive um dependente de drogas. Com a concepção de que há diversos fatores que influenciam a entrada de jovens no mundo do crime, um grupo de pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) desenvolve o Programa de Estudos e Atenção às Dependências Químicas. Trata-se de um núcleo de atendimento psicológico, com o desafio de reunir os vários agentes que atuam na vida dos adolescentes envolvidos com delinquência e drogas. Nos encontros, promovidos pelo Programa desde o ano passado, jovens, familiares, educadores, técnicos das instituições de guarda dos adolescentes e até juízes que acompanham processos da Vara de Infância e Juventude expõem suas dúvidas e anseios, debatem problemas e soluções. A união desses atores, segundo os pesquisadores da Unb, é a forma mais eficiente de encontrar a melhor maneira para reintegrar o jovem no meio social. Cerca de 78 famílias já passaram pelo trabalho. (As informações são do jornal Correio Braziliense)
O sentimento de fazer o bem para crianças de baixa renda pode ser contagioso. É o que mostra a iniciativa criada por um grupo de consultores, que há um ano, decidiu ajudar crianças abandonadas de São Paulo. Eles criaram o projeto Nossa Casa, instituição de abrigo a crianças encaminhada por intermédio da Vara de Infância e Adolescência. O grupo de voluntários consultores cresceu e a empresa Ernst&Young Consulting, para onde todos trabalham, resolveu adotar a instituição dando apoio financeiro de mais de R$100 mil mensais. Todas as 17 crianças atendidas pela instituição frequentam escolas particulares e recebem aulas de inglês dadas por alunos voluntários da escola St. Paul's School (Escola Britânica de São Paulo). Também frequentam aulas de música e dança. (As informações são do jornal Valor)
O governo do Amazonas vai construir ginásios poliesportivos cobertos em quase toda a rede pública de ensino, na capital e no interior do estado. A intenção é oferecer boas condições para que crianças e adolescentes possam praticar esportes quando não estiverem nas salas de aula. A expectativa é de que os ginásios se tornem, assim, um meio de proteger os jovens contra situações de risco social nas ruas. Segundo a diretora do Departamento de Política e Programas Educacionais da Secretaria Estadual de Educação e Qualidade de Ensino, Stela Cyrino, além de disseminar a prática de esportes entre os jovens a ação irá também diminuir a repetência e a evasão escolar. (As informações são do jornal Diário do Amazonas) |
|
|||||||||||||||||||